5 piores jogos da franquia Assassin's Creed

5 piores jogos da franquia Assassin's Creed

Quando uma franquia de games é muito grande, com vários títulos lançados, como Call of Duty, as chances de existirem jogos ruins são grandes. Assassin's Creed é uma dessas franquias, totalizando 14 jogos principais e vários spin-offs.

A icônica série da Ubisoft está de volta com Assassin's Creed Black Flag Resynced, um remake do 4º título principal, e agora é uma boa hora para lembrar dos piores títulos da franquia.

Assassin's Creed tem duas fases. A primeira delas vai do primeiro jogo até AC Syndicate, onde as mecânicas são basicamente as mesmas, com leves melhorias jogo a jogo. Já a segunda, mais conhecida como a era RPG de ação da franquia, começa com AC Origins e, por enquanto, vai até AC Shadows. No meio desses games, quantos ruins existem? Listamos os 5 piores jogos de Assassin's Creed.

5. Assassin's Creed

Não me entendam mal, Assassin's Creed foi pioneiro em muita coisa em 2008, o início de uma saga incrível que ficaria muito melhor nos três jogos seguintes (trilogia de Ezio Auditore), mas ele tem seus problemas. O primeiro deles, e esse é especialmente grave para pessoas não nativas da língua inglesa: a falta de legendas, nem que fosse em inglês mesmo.

Isso privou muitos jogadores pelo mundo de entender a história assim que o jogo saiu, já que era necessário entender tudo escutando. Fora esse problema que considero grave, o gameplay era bastante travado, mesmo para a época. Jogá-lo hoje vai fazê-lo, às vezes, querer jogar o controle na tela (e nem é soulslike)

4. Assassin's Creed Valhalla

Muitos jogadores se sentiram sobrecarregados com o tamanho de AC Odyssey, mas em 2020, não imaginávamos o que nos aguardaria. Assassin's Creed Valhalla chegou como um jogo massivo, em todos os aspectos: quantidade de missões paralelas e tamanho do mundo aberto são dois exemplos. Isso cansou muitos jogadores, mas a coisa só pioraria (nesse aspecto, pelo menos) nos anos seguintes.

O jogo continuou crescendo, ganhou expansões, eventos, missões relacionadas a outros jogos da franquia, quase virou um GaaS. Particularmente, achei tudo isso muito cansativo, principalmente porque era muito repetitivo. Cheguei em 60 horas de jogo e já não aguentava mais. Além disso, Valhalla sofria do mesmo problema do jogo anterior: não tinha cara de Assassin's Creed. De qualquer forma, é o maior sucesso comercial da franquia até agora.

3. Assassin's Creed Rogue

A trilogia icônica protagonizada por Ezio Auditore da Firenze é a única parte na história da franquia que continua uma narrativa com o mesmo personagem. Depois disso, o máximo que temos (com exceção de Kassandra de Odyssey) é a ligação com AC4 Black Flag, AC3 e AC Unity com Assassin's Creed Rogue.

Tudo isso soa bem interessante, mas acontece que, depois de três jogos com maior impacto, personagens marcantes (como Edward Kenway), AC Rogue não conseguiu inovar em nada e acabou sendo um jogo bem esquecível. Eu acredito que ele ainda diverte mais do que o número um da lista, mas ele poderia ser aquele caso do tipo "poderia ter resolvido por e-mail", sabe? Ele foi o último jogo antes da segunda grande mudança da série que aconteceria com Unity.

2. Assassin's Creed Unity

Eu fico dividido em relação a essa indicação nessa posição, mas não dá para negar que o lançamento de Assassin's Creed Unity foi um desastre, literalmente um Cyberpunk 2077 seis anos antes. O jogo tinha bugs que eram até engraçados e renderam muitos memes no mundo dos games de 12 anos atrás, mas muitos deles também quebraram o jogo, nos impedindo de progredir.

Diferente do número um abaixo, AC Unity é um bom jogo, com mecânica de parkour incrível para a época, gráficos belíssimos com cutscenes muito bem feitas, algo que foi se perdendo com os jogos seguintes. O multiplayer era legal, os personagens eram cativantes, os combates funcionavam bem, mas foi amaldiçoado pelo estado de lançamento.

1. Assassin's Creed Odyssey

Depois de acertar com Assassin's Creed Origins, mudando a fórmula completamente e deixando toda a grande base de jogadores desconfiados, a Ubisoft erra a mão com Assassin's Creed Odyssey. Apesar da ambientação incrível, aspecto em que, na minha opinião, o estúdio francês nunca errou em nenhum jogo, eles pisaram feio na bola com a necessidade de "grinding" super exagerado.

Você precisa passar muito tempo evoluindo para conseguir melhores equipamentos e chances de derrotar os inimigos mais fortes. Esse grinding, na maior parte do jogo, é necessário também até para progredir na história principal. Além disso, o combate não é bom como em AC Origins, que acabou sendo melhorado em Valhalla depois. Particularmente, acho os protagonistas um tanto chatos também. Para terminar, não parece um Assassin's Creed e, curiosamente, é o terceiro título mais vendido da franquia.

A franquia Assassin's Creed tem alguns outros jogos que poderiam até entrar para esta lista, como os spin-off Liberatio e Freedom Cry que, embora importantes para AC3 e AC4, não deixaram sua marca. Por isso, esse é o nosso top 5 piores jogos de Assassin's Creed:

  1. Assassin's Creed Odyssey
  2. Assassin's Creed Unity
  3. Assassin's Creed Rogue
  4. Assassin's Creed Valhalla
  5. Assassin's Creed

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