
A Apple "inovou" dentro de seu lineup ao lançar o primeiro MacBook de entrada recentemente. Ela só não antecipou que a procura seria tão grande pelo MacBook Neo, que precisaria aumentar a produção. Segundo fontes do Culpium, a Maçã já estaria conversando com a TSMC para aumentar a produção dos chips do novo notebook, ou logo ficarão sem estoque.
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O sucesso acidental do MacBook Neo colocou a Apple diante de um dilema logístico. O grande trunfo do novo notebook da marca, e o que permitiu seu preço "agressivo" (dentro dos padrões Apple), foi o uso de chips A18 Pro reaproveitados.
Originalmente destinados ao iPhone 16 Pro, esses processadores que apresentavam pequenas falhas na iGPU eram capados de 6 para 5 núcleos redirecionados para o MacBook de entrada.
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Solução seria fabricar novos chips A18 e danificá-los?
O problema é que, com o fim da produção da linha iPhone 16, o estoque desses chips defeituosos está acabando. Para manter o MacBook Neo nas prateleiras, a Apple agora precisa decidir se produz chips novos exclusivamente para o Neo.
O problema é que isso elevaria consideravelmente os custos, já que a empresa perderia a vantagem de usar componentes que seriam descartados, literalmente acabando com a principal proposta do aparelho, que é ser viável.
Esse rumor aponta ainda para a possibilidade de a Maçã fabricar novos chips A18 Pro e desativar um núcleo saudável apenas para manter a paridade de performance com as unidades já vendidas, evitando que os primeiros compradores se sintam lesados por uma versão pior do que a nova remessa.
Enquanto a negociação com as fábricas da TSMC avança, o mercado já sente o reflexo. Os prazos de entrega começaram a aumentar, e se a produção não for normalizada nas próximas semanas, o MacBook Neo pode se tornar um item difícil de ser encontrado no catálogo da Apple em 2026.
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