BYD Dolphin Mini ganha tecnologia de luxo e sensor inédito

A BYD quer trazer ainda mais tecnologia para seu Dolphin Mini. O “spoiler” dos planos da montadora chinesa apareceu em um modelo visto recentemente em testes, que apresentou pela primeira vez um sensor LiDAR instalado no teto, que parece integrado ao sistema God’s Eye B — em outras palavras, o carro tem agora recursos que eram restritos a veículos de luxo. 

O coração da mudança no Dolphin Mini é o chip Nvidia Drive Orin, que processa até 254 TOPS. Essa capacidade permite que o carro execute tarefas complexas, como navegação automatizada em vias expressas e urbanas, além do sistema de estacionamento com manobrista. 

Já a tecnologia LiDAR deve ser fornecida pela Robosense como um recurso opcional por cerca de R$ 7,5 mil, valor pensado para manter o recurso como uma novidade acessível. A ideia é que a novidade funcione integrada ao sistema God’s Eye B para criar um conjunto ADAS mais sofisticado. 

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Disputa acirrada e estratégia global

Para suportar o novo hardware e a bateria mais robusta, que agora oferece autonomia declarada de 505 km no ciclo CLTC, a potência do motor foi elevada para 82 cv — para comparação, considere que o conjunto anterior oferecia 75 cv. A agilidade da BYD para trazer estas novidades ao carro parece ser resultado dos números de janeiro de 2026, que mostraram queda acentuada nos registros do modelo frente aos rivais de marcas como a Geely.

Dolphin Mini com sensor LiDAR no teto (CarNewsChina)

Vendido sob diferentes nomes (como Dolphin Surf na Europa e Atto 1 na Oceania), o compacto é a grande aposta da BYD para enfrentar a expansão internacional de marcas como GAC e Leapmotor — com foco na tecnologia, na segurança do sistema ADAS avançado e, claro, preço acessível.

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