Cinco minutos no ar: o que já se sabe sobre avião que bateu em prédio em BH

Um avião monomotor de pequeno porte caiu sobre um prédio em Belo Horizonte (MG) na tarde desta segunda-feira (4).  A aeronave, que transportava cinco ocupantes e seguia em direção ao Aeroporto Campo de Marte (SP), permaneceu no ar por apenas cinco minutos. O acidente resultou na morte do piloto e de dois passageiros; os outros dois ocupantes da aeronave seguem hospitalizados, em estado estável.  

O modelo envolvido no acidente é um EMB-721C produzido em 1979 pela Neiva para uso privado. Conhecido como “Sertanejo”, o avião pode comportar até cinco passageiros além do piloto e os tanques de combustível ficam integrados às asas. 

Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), a aeronave não tinha autorização para operar como táxi aéreo. Em outras palavras, o avião não podia ser usado para o transporte comercial remunerado de passageiros ou cargas. 

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Acidente aéreo em BH

O impacto ocorreu por volta das 12h20 após o avião decolar do Aeroporto da Pampulha, na capital mineira. De acordo com os registros do voo, o piloto declarou à torre de controle que teve dificuldades na decolagem. 

O Corpo de Bombeiros logo isolou a área do acidente e acionou especialistas em produtos químicos e perigosos. Para Elizeu Alcântara, professor do curso de aeronáutica da Universidade Fumec, não houve combustão porque a proporção entre combustível, oxigênio e uma fonte de ignição não estava alinhada.  

Segundo a Força Aérea Brasileira (FAB), a investigação do acidente já foi iniciada em colaboração com o Cenipa, o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos. 

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