
Você já deve ter ouvido falar sobre práticas que aumentam os riscos de incêndios em carros. No entanto, o que nem todos sabem é que em muitos casos as chamas são causadas não por superaquecimento do motor, mas sim por falhas críticas em sistemas de manutenção que precisavam de atenção, mas foram negligenciados.
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O cenário é mais comum do que a maioria dos motoristas imagina, especialmente se considerarmos frotas com maior tempo de uso ou que passaram por modificações não homologadas — ou “gambiarras”, como são popularmente conhecidas.
Nestes casos, a prevenção proporcionada pelas revisões periódicas é a única forma de garantir que pequenos defeitos não se transformem em tragédias nas vias. Por isso, as vistorias devem ter foco no sistema de alimentação do carro e na integridade elétrica do veículo. Na sequência, o CT Auto explica o porquê;
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Riscos de incêndio nos carros
O principal motivo dos incêndios nos carros está no sistema de alimentação, cujas mangueiras de borracha ressecam e apresentam fissuras com o passar do tempo. Quando o combustível vaza e atinge componentes do motor, que estão em altas temperaturas, a ignição é quase instantânea — e o problema fica ainda mais grave nos carros mais antigos.
Outro vilão silencioso é a parte elétrica, já que curtos-circuitos provocados por fiações expostas ou as famosas "gambiarras" em acessórios (como centrais multimídia e alarmes instalados fora de oficinas especializadas) podem se transformar em gatilhos frequentes para o fogo: falhas elétricas não resolvidas podem gerar faíscas que, em contato com materiais inflamáveis do acabamento, rapidamente consomem o veículo.
Por isso, a revisão preventiva com um mecânico de confiança é o melhor caminho para evitar prejuízos totais. Além disso, o sistema de combustível deve ser inspecionado periodicamente por especialistas que podem identificar visualmente umidade ou algum outro sinal que indique a necessidade de trocar imediatamente estas peças.
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