Furtos de cabos em carregadores de carros elétricos estão se tornando um problema crescente no Brasil. A prática criminosa tem afetado diretamente a expansão da mobilidade elétrica e forçado empresas a buscar soluções rápidas e eficazes para manter os pontos de recarga em funcionamento.
Os cabos, feitos de cobre, são alvo dos criminosos por causa do alto valor de revenda. Com ferramentas simples, eles conseguem cortar e retirar o material em poucos minutos, deixando os eletropostos inutilizados e causando transtornos para motoristas que dependem da recarga diária.
Esse cenário gera prejuízos não apenas para os usuários, mas também para as empresas responsáveis pela infraestrutura. Além do custo elevado para reposição, há o impacto na confiança dos consumidores, que veem a rede de recarga como pouco segura e vulnerável a interrupções.
Tecnologia é arma contra furtos
Para tentar reduzir as perdas, muitas concessionárias passaram a substituir fios de cobre por cabos de alumínio, que são menos eficientes, mas bem mais baratos e menos atrativos para o mercado ilegal.
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No exterior, algumas empresas já avançaram em soluções mais sofisticadas. A fabricante finlandesa Kempower, em parceria com a consultoria britânica Formula Space, desenvolveu cabos com capa resistente a cortes e um sistema de defesa inovador.
Caso haja tentativa de violação, o cabo libera um fluido transparente sob pressão, invisível a olho nu, mas que contém um código exclusivo identificado por luz ultravioleta. Esse mecanismo permite rastrear o criminoso posteriormente, tornando a prática mais arriscada.
Quando o assunto é carro elétrico e seu universo, muitas dúvidas ainda aparecem, não é verdade? A principal delas é se a recarga de carros elétricos é segura? Então, saiba mitos e verdades sobre carregamento.
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