
Uma nova previsão do analista Erik Woodring, da Morgan Stanley, aponta que a linha iPhone 18 ficará US$ 100 (cerca de R$ 496 em conversão direta) mais cara em comparação com os modelos antecessores. O motivo principal para este reajuste é o aumento substancial nos custos de componentes de memória.
A Apple indicou em sua última teleconferência de resultados que os preços das memórias têm subido de forma significativa, e por isso a empresa afirmou que precisa agir para proteger suas margens de lucro diante deste cenário econômico.
A estratégia de manutenção de preços da fabricante teria atingido um limite devido ao aumento de custos de componentes, em um muro descrito como “intransponível” sem políticas que afetem os consumidores.
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O aumento de US$ 100 deve ser aplicado nas vendas dentro dos Estados Unidos. Como a política de preços varia conforme a região de comercialização, a proporção do reajuste pode apresentar diferenças para o mercado no Brasil.
Consequências do iPhone 18 mais caro
Especialistas acreditam que, mesmo com o esperado aumento de preços, a posição competitiva da Apple não sofrerá abalos fundamentais. Além de ser uma marca consolidada, a empresa também vê rivais sofrerem com problemas semelhantes.
A linha Galaxy S26, por exemplo, teve aumentos de preços após o lançamento realizado há algumas semanas.
Já as fabricantes chinesas enfrentam custos de materiais que chegam a US$ 917 (~R$ 4.565) nos modelos avançados. Por isso, as margens de lucro das empresas são pequenas ou inexistentes, o que impede o lançamento de diversos dispositivos de alto desempenho no Brasil ou em outros mercados específicos.
No caso da Apple, a empresa teria utilizado a integração vertical e o estoque estratégico de recursos de memória para absorver choques financeiros. Entretanto, a distorção atual do mercado tornou o aumento de preço a única opção para a companhia.
Rumores indicam que a produção em massa real do iPhone 18 tem início previsto para o mês de julho. O cronograma de lançamento deve ser dividido em pelo menos duas etapas distintas: os modelos Pro podem chegar ao mercado em setembro, talvez acompanhados por um inédito iPhone dobrável.
As opções com valores menores, como o iPhone 18 base, ficam para o primeiro trimestre do próximo ano.
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