A gigante chinesa Xiaomi registrou o N90, seu maior e mais novo utilitário esportivo. O modelo de grande porte chega em grande estilo e promete ocupar o topo da gama da marca asiática — e, para isso, o “grandalhão” traz, de forma inédita em sua história, um sistema mecânico híbrido com extensor de autonomia para eliminar a ansiedade de recarga em trajetos longos.
Desenvolvido sobre a arquitetura Kunlun, o SUV tem mais de 5,20 metros de comprimento, dimensões generosas o suficiente para competir com rivais de luxo no mercado local. A grande aposta da gigante chinesa está na versatilidade do espaço interno, que traz soluções modulares tão criativas que permitem transformar a cabine em um ambiente para o trabalho ou lazer.
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É no interior do carro que estão as maiores peculiaridades do projeto: os dois bancos dianteiros podem ser girados em 180º, o que cria configurações que formam uma sala de reuniões ou de jantar, com direito a uma mesa central de apoio.
Como é o N90
Na parte mecânica, o veículo utiliza tração integral e dois motores elétricos de propulsão real, que geram picos de 285 cv e 136 cv em seus respectivos eixos. Os motores são alimentados por uma bateria de 76 kWh e por um bloco 1.5 turbo de 152 cv, que atua exclusivamente como gerador de energia.
O conjunto assegura autonomia elétrica de até 370 km no ciclo WLTC, com velocidade máxima de 190 km/h — perceba que o sistema extensor veio para eliminar a chamada ansiedade da recarga, que preocupa motoristas principalmente em viagens longas.
Além do sensor LiDAR, dispositivo que detecta objetos e mede distâncias e movimento, o SUV pode ser adquirido em versões com cinco ou sete assentos, dependendo das necessidades do condutor. Independentemente da escolha, o modelo vem com poltronas de gravidade zero e rebatimento total dos bancos, que permite acomodar uma cama de casal.
O início das vendas do veículo está programado para o final deste ano na China, ainda sem preço definido e nem informações sobre a possibilidade de exportação para outros mercados.
Assim, talvez você esteja se perguntando: afinal, por que os carros elétricos da Xiaomi não vêm ao Brasil?
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