NVIDIA promete Path Tracing 3x mais rápido e com menos ruído visual

Desde que Ray Tracing chegou aos games de PC, títulos com a tecnologia implementada passaram a exigir placas de vídeo poderosas. A coisa piorou muito em relação ao Path Tracing e para tentar amenizar a questão, a NVIDIA está trabalhado em melhorias na técnica de renderização (ReSTIR) para torná-la até 3x mais rápida em relação a como é feito hoje.

Com o avanço das tecnologias de renderização, a NVIDIA quer resolver o maior gargalo atual do PC para jogos: o altíssimo custo de processamento do Path Tracing. Enquanto o Ray Tracing tradicional seleciona alguns efeitos para serem processados via hardware, o Path Tracing simula o comportamento da luz de forma integral, o que hoje exige o poder bruto de placas como a RTX 5090.

Mais desempenho e qualidade de imagem

A novidade vem do braço de pesquisa do Time Verde, que detalhou avanços significativos nos algoritmos ReSTIR. A ideia central é otimizar a forma como a GPU escolhe quais raios de luz são mais importantes para compor a cena final. Em vez de calcular bilhões de raios aleatórios, muitos dos quais não seriam percebidos pelo jogador, a nova técnica permite que o hardware "reaproveite" cálculos de frames e pixels vizinhos de forma muito mais inteligente.

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NVIDIA Restir Path Tracing
NVIDIA Restir Path Tracing (NVIDIA)
NVIDIA Restir Path Tracing
NVIDIA Restir Path Tracing (NVIDIA)

Os novos estudos da NVIDIA apontam que essa evolução no ReSTIR pode entregar um desempenho entre 2x e 3x superior ao que temos hoje em implementações de Path Tracing em tempo real. O mais impressionante é que esse ganho de velocidade não vem acompanhado de uma perda de fidelidade; pelo contrário, os pesquisadores afirmam que a técnica reduz o ruído visual (o famoso noise), resultando em imagens mais limpas mesmo em cenas complexas com múltiplas fontes de luz.

Para o usuário final, isso significa que o sonho de jogar Cyberpunk 2077 ou Alan Wake 2 com Path Tracing pode deixar de ser exclusividade do segmento entusiasta e começar a ser viável em placas de vídeo intermediárias com uma taxa de quadros aceitável, especialmente com o uso de DLSS. Vale ressaltar que essas melhorias ainda fazem parte de um estágio de pesquisa e não têm previsão de chegada.

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