A equipe de segurança da OpenAI apresentou o GPT-Red na última quarta-feira (15). O modelo de IA tem o objetivo de executar práticas de red-teaming, processo em que uma equipe interna simula ataques hackers para testar os mecanismos de defesa de uma plataforma.
O GPT-Red foi treinado para dar suporte à equipe que faz os testes de segurança e moldou o desenvolvimento do GPT-5.6 Sol, o modelo mais potente do ChatGPT até então. A IA foi refinada para combater os ataques de injeção de prompt (quando o comando possui instruções escondidas que levam a IA a fazer algo indevido).
De acordo com os pesquisadores da empresa, o modelo foi treinado por aprendizado de reforço e agora funciona de forma automatizada para identificar vulnerabilidades e consertá-las antes mesmo de serem distribuídas.
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O GPT-Red é perigoso?
O modelo da OpenAI é capaz de hackear um sistema, mas não é uma “ferramenta do mal”: o GPT-Red é usado apenas para testes internos de segurança e não foi liberado ao público geral.
Em nota, a empresa argumentou que o red-teaming feito por humanos é uma parte essencial, mas esbarrava em alguns limites de escalabilidade. A própria IA permite desenvolver ameaças em ritmo e volume muito maior, então foi necessário usar a tecnologia para resolver o problema na mesma medida.
Entenda por que o GPT-5.6 Sol e tão poderoso e como a tecnologia é usada no novo ChatGPT Work.
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