O Google anunciou um novo modelo de assinatura de apps no Android com base no uso de cada serviço. A novidade é uma alternativa para ferramentas de IA que cobram de acordo com o poder computacional usado, no lugar de um valor fixo.
De acordo com o gerente de produtos sênior do Google Play, Sheenam Mittal, um modelo mais rígido de assinatura recorrente “nem sempre encaixa” com ferramentas que dependem dos custos computacionais.
O novo modelo de pagamento permite que assinantes usem um sistema pré-pago de recargas automáticas: ao atingir um limite predefinido, o aplicativo pode fazer uma cobrança para recuperar o saldo e não interromper o acesso às ferramentas.
Todo o processo acontece no ambiente do Google Play, similar às assinaturas convencionais e com os métodos de pagamentos usados na loja do Android. A nova tecnologia está disponível para desenvolvedores, que podem optar por adicioná-la ou não em seus respectivos apps.
O ecossistema do Android ganhou outras novidades para o faturamento de apps. Uma delas é a opção de cobrar por múltiplas assinaturas ao mesmo tempo, ideal para compras para grandes equipes, além de um método de “carrinho misto” para combinar assinaturas e compras individuais no mesmo pedido.
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Pagar pelo uso virou tendência no mercado de IA
O novo método de assinatura no Google Play é reflexo de uma mudança nos gastos com IA reforçada em 2026. Empresas deixaram de cobrar por pedido e agora cobram de acordo com o poder computacional usado em cada tarefa, o que afeta os limites diários de Claude, Gemini, ChatGPT e outros assistentes.
Um dos motivos da nova tendência é a ascensão dos agentes: um único prompt pode render tarefas extensas e recorrentes, então o mercado adaptou o modelo de cobrança para considerar a quantidade de recursos exigida por cada comando.
Não quer atingir o limite diário? Confira algumas dicas para economizar nos créditos de IA.
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