
Como funciona arma antidrone usada durante posse de Lula Um equipamento usado pela equipe de segurança do Supremo Tribunal Federal (STF) para neutralizar drones chamou a atenção nesta terça-feira (15), durante o julgamento histórico da corte, que analisa a abertura de uma investigação contra o ministro Alexandre de Moraes. Com um aspecto "futurístico", o dispositivo antidrone tem antenas direcionais integradas, além de um painel de controle com áudio e sensor óptico. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Um dos modelos mais famosos é o "DroneGun Tactical", desenvolvido com um design de rifle e precisa ser operado com as duas mãos. (Veja no vídeo abaixo). A tecnologia é capaz de identificar drones por meio de frequência e ondas de rádio. Quando um drone suspeito é localizado, o dispositivo passa a emitir um sinal que interrompe o contato do drone com o controle original. Com isso, o agente de segurança assume o comando do drone suspeito, podendo desviá-lo e pousá-lo em um local seguro para inspeção. Seguranças armados com armas anti-drones no STF. REUTERS/Adriano Machado Outra função disponível nesses equipamentos é fazer com que o drone suspeito pouse exatamente do local onde foi levantado, o que pode ajudar a identificar quem está operando o equipamento. Atualmente, o dispositivo do tipo "DroneGun Tactical" é usado em presídios do estado de São Paulo para evitar que drones levem celulares e drogas para os detentos. São Paulo usa arma nova para impedir que drones levem celulares e drogas para presídios