Na semana passada, a Apple demitiu uma parcela dos funcionários do Fitness+, segundo a apuração do jornalista Mark Gurman (da Bloomberg), na última edição da sua newsletter “Power On”.
A decisão impactou especialmente os profissionais que trabalham nos recursos de áudio do serviço, como as sessões guiadas Hora de Caminhar (Time to Walk) e Hora de Correr (Time to Run). O jornalista destacou, porém, que novos lançamentos do serviço ainda não estão fora de cogitação, mas ocorrerão com menos frequência.
Os motivos para esses cortes são os mais diversos: além do alto custo para a produção das sessões e a grande taxa de cancelamentos da assinatura, o Apple Fitness+ também passou por uma reestruturação de liderança, após a aposentadoria de Jay Blahnik — que, vale lembrar, foi acusado de fomentar um ambiente tóxico de trabalho —, sendo substituído pela supervisão conjunta de Eddy Cue e Sumbul Desai.
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Embora — ao menos por enquanto — uma descontinuação do serviço não seja pautada, esses cortes são um aceno para uma vindoura reestruturação do serviço, que deverá passar por “grandes mudanças” segundo Gurman.
Na avaliação do jornalista, o futuro do Fitness+ poderá ser a sua integração no novo app Saúde (Health), considerando que a Apple já está adicionando clipes de vídeo para determinados tópicos e indicadores da reformulação do seu aplicativo.
Veremos o que virá por aí…
O Apple Fitness+ é o primeiro serviço de fitness feito para o Apple Watch — e que agora também funciona para quem não tem o relógio —, com treinos e meditações guiadas para iPhone, iPad e Apple TV. Com ele, usuários podem se exercitar onde e quando for mais conveniente. O Fitness+ conta com programas de treinos para gestantes, idosos e iniciantes, custa R$29,90 por mês (ou R$149,90 por ano) e também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One Premium.
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