Conforme visto pelo AppleInsider no banco de aquisições de empresas da União Europeia, a Apple adquiriu no ano passado a Kuzu, uma companhia canadense que, no momento da aquisição, contava com cerca de dez funcionários.
Em seu perfil oficial no LinkedIn, a Kuzu se descreve como um banco de dados incorporado orientado a grafos, desenvolvido com foco em “velocidade de consulta, escalabilidade e facilidade de uso”.
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Diferentemente de bancos de dados relacionais, que se baseiam em tabelas e contam com uma estrutura rígida, os bancos orientados a grafos focam mais em relações e funcionam mais como uma espécie de “mapa mental”.
Como destacado pelo site, a Apple já possui a plataforma de banco de dados FileMaker, operada pela sua subsidiária Claris. Como ele é relacional, uma eventual reformulação com o Kuzu — ou até uma substituição — representaria uma mudança substancial.
Além disso, pode ser que a Maçã tenha adquirido a plataforma mais com foco em apps como o Freeform ou em sua suíte de aplicativos iWork — que nunca ganhou uma integração com o FileMaker, vale destacar.
Mais detalhes sobre a aquisição — como o valor pago pela Apple pela nova empresa — não foram revelados.