De acordo com o Music Business Worldwide, o Apple Music comunicou a seus parceiros que está implementando um novo conjunto de metadados para facilitar a rotulação de conteúdos produzidos por inteligência artificial (IA) em músicas.
As Transparency Tags permitirão que gravadoras indiquem se uma faixa, uma composição, a capa de um álbum e/ou um videoclipe contaram com IA em sua composição. Elas funcionarão de forma semelhante aos metadados já aplicados para coisas como gêneros e créditos.
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As Transparency Tags já podem ser aplicadas imediatamente a novos conteúdos enviados ao serviço e deverão ser obrigatórias no futuro. A Apple as enxerga como um primeiro passo para a transparência necessária na indústria para melhores práticas e políticas em torno da IA.
É interessante notar como a Maçã joga a responsabilidade por rotular músicas feitas com IA para os produtores — uma abordagem diferente da adotada por plataformas como o Deezer, que construiu uma infraestrutura proprietária para identificar esse tipo de conteúdo.
Embora possa parecer pouco seguro confiar exclusivamente na palavra de quem faz o upload das faixas, detectar automaticamente músicas feitas com IA ainda é algo muito desafiador e que pode potencialmente resultar em erros ou problemas de imprecisão.
O Apple Music conta com um catálogo de mais de 100 milhões de músicas e 30 mil playlists — muitas delas com suporte a Áudio Espacial (Dolby Atmos) e em altíssima definição, com áudio Lossless. Para quem ama música clássica, há um app dedicado com mais de 5 milhões de faixas, tudo em uma interface simplificada! No Brasil, são três tipos de assinatura: Universitária (R$11,90/mês), Individual (R$21,90/mês) e Familiar (R$34,90/mês). Caso você não seja um assinante, pode testar o serviço de forma gratuita por um mês. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.
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via TechCrunch