A Anthropic lançou ontem o Claude Sonnet 4.6, que agora é o modelo dessa linha mais avançado da empresa e chega com uma série de evoluções em áreas como programação, raciocínio de longo contexto e design.
Uma das principais novidades é a ampliação da janela de contexto do modelo, que agora é de 1 milhão de tokens — o que permite processar bases de código inteiras, dezenas de artigos de pesquisa e contratos extensos de uma vez.
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Em codificação, o Sonnet 4.6 superou a versão 4.5 e até mesmo o Opus 4.5 na preferência de desenvolvedores, sendo mais eficaz para ler contexto, consolidar lógica compartilhada e seguir instruções complexas com menos alucinações.
Houve também uma melhora no uso de interfaces computacionais. O modelo passa a interagir com elas como um humano e apresenta melhoras em tarefas como navegar em planilhas complexas e preencher formulários em múltiplas abas.

Além disso, o Sonnet 4.6 traz novidades como pensamento adaptativo, pensamento estendido e compactação de contexto, bem como produz saídas visuais mais polidas e com melhores layouts e animações (e com menos interações).
Em benchmarks, o Sonnet 4.6 apresenta desempenho que se aproxima ou se iguala ao nível de inteligência dos modelos Opus, mesmo com um custo-benefício bem superior, uma vez que ele é bem mais barato que os modelos mais avançados.
O modelo também apresenta resistência maior a ataques de injeção de prompt e foi preferido em 70% das vezes em testes do Claude Code em relação ao Sonnet 4.5. Quando a comparação foi com o Opus 4.5, ele venceu em 59% das vezes.