No mundo extremamente conectado em que vivemos, é bem provável que você use, direta ou indiretamente, algum serviço de armazenamento na nuvem — seja para guardar suas fotos, usar uma plataforma de email, salvar contatos ou simplesmente para manter um backup de suas conversas.
Há alguns anos, fizemos um breve comparativo entre o iCloud, o Google Drive e o OneDrive — serviços da Apple, do Google e da Microsoft, respectivamente. Agora, chegou a vez de nos aprofundarmos um pouco mais no universo desses apps/serviços, incluindo também o Dropbox — outro bastante popular atualmente.
Confira abaixo um comparativo detalhado, em que abordaremos coisas como recursos, compatibilidade, opções de armazenamento e preço dos quatro serviços supracitados!
Histórico
Antes de partirmos para o comparativo em si, nada mais justo que falarmos um pouco sobre a história de cada um deles, não é mesmo?
iCloud
O iCloud não foi a primeira experiência da Apple com serviços e armazenamento de arquivos online — embora possa ser considerada a mais bem-sucedida. Antes, a empresa contou com o iDisk, serviço que estreou no Mac OS 9 e, posteriormente, foi integrado aos precursores do iCloud (o iTools, o .Mac e o MobileMe).
Carregando uma bagagem gigante nas costas e com a responsabilidade de finalmente popularizar um pacote de serviços e de armazenamento da Apple, o iCloud foi apresentado em outubro de 2011 com uma novidade importante em relação aos seus antecessores: a disponibilidade de 5GB de armazenamento gratuitos — algo que se mantém até hoje.
Atualmente, o iCloud é um dos principais serviços oferecidos pela Maçã, sendo praticamente uma obrigatoriedade para quem quer manter um backup automático e constante do iPhone, armazenar e sincronizar suas fotos entre dispositivos ou até mesmo manter na nuvem dados de apps como o WhatsApp.
Google Drive
Um pouco mais jovem que o produto da Apple e considerado hoje o maior serviço de armazenamento na nuvem do mercado (muito em parte graças ao enorme e popular ecossistema de softwares da gigante de Mountain View), o Google Drive foi lançado oficialmente em 2012, embora o projeto envolvendo sua concepção seja bem mais antigo.
Ele nasceu como uma evolução natural do Google Docs — que, pasmem, já existe desde 2005 —, como uma forma de expandir significativamente sua capacidade de armazenamento (que antes era de apenas 1GB) e oferecer uma sincronização muito mais eficiente entre dispositivos em relação ao que se tinha anteriormente.

De lá para cá, o Google Drive evoluiu bastante, sendo o coração da integração entre os diversos aplicativos da empresa e passando a praticamente virar sinônimo de armazenamento em nuvem para algumas pessoas (embora bem longe de ser uma unanimidade como o buscador na web do Google em si).
OneDrive
Outro serviço que já tem bastante tempo de existência é o OneDrive (que nasceu como SkyDrive, em 2007), o qual foi lançado pela Microsoft por motivos semelhantes aos dos seus concorrentes: para oferecer armazenamento em nuvem, compartilhamento e sincronização de arquivos.
Renomeado em 2014 devido a problemas judiciais envolvendo direitos autorais, o software logo passou a atuar também em conjunto com a suíte de aplicativos de escritório da empresa, o Office — uma mudança que seguiu a linha da praticada por outros grandes players do mercado.

Hoje, assim como o Google Drive, o OneDrive conta com um enorme ecossistema de apps tanto para uso pessoal quanto planos voltados ao mercado corporativo, com vantagens para companhias que precisam movimentar um grande número de arquivos e têm um grande número de pessoas.
Dropbox
Praticamente com a mesma idade do OneDrive, o Dropbox nasceu em 2007 quando um dos seus criadores, Drew Houston, esqueceu seu pendrive enquanto viajava em um ônibus — justamente quando precisava dele, para uma consultoria que daria em uma empresa.
Cansado também de usar seu email como “gambiarra” para anexar arquivos e acessá-los remotamente mais tarde (uma forma rudimentar de armazená-los na nuvem), ele convidou seu colega Arash Ferdowsi para desenvolver o que depois viraria um dos serviços mais populares do setor.

O Dropbox foi responsável por popularizar o conceito moderno de sincronização automática de arquivos e cresceu bastante graças a um modelo de indicações que oferecia espaço extra gratuito — mesmo sem uma grande empresa (como Apple, Google ou Microsoft) por trás.
Recursos extras
iCloud+
O serviço de armazenamento da Apple conta com alguns recursos que podem ser um diferencial interessante na hora da escolha. O meu preferido deles é o Ocultar Meu Email (Hide My Mail), o qual cria espécies de aliases para serem usados em sites e serviços sem o envio do seu endereço de email de fato.
O mais interessante do Ocultar Meu Email é que tudo funciona de maneira integrada aos sistemas da empresa, com atalhos para a criação de emails diretamente em apps e até mesmo a possibilidade de criar uma Conta Apple usando o recurso — tudo de forma bem automática.

Outro recurso interessante do iCloud é a Retransmissão Privada (Private Relay), que funciona como uma espécie de VPN 1, ocultando o seu endereço de IP e a atividade de navegação do Safari para proteger seu tráfego não criptografado na internet, impedindo que terceiros saibam o que você anda visitando.
Além disso, o iCloud+ permite criar convites no app Convites (Invites) da Apple, bem como receber emails de um domínio personalizado direto na sua caixa de entrada do iCloud.
Google Drive
O grande diferencial do Google Drive em relação aos concorrentes é uma clara herança de todo o seu histórico como mecanismo de busca, CAPTCHAs e tudo mais: a sua busca, uma vez que a pesquisa por determinado arquivo ou conteúdo armazenado é muito mais avançada do que nos concorrentes.
Isso porque o serviço de armazenamento do Google não indexa somente os nomes dos arquivos, mas também o conteúdo presente neles — desde documentos ou PDFs até mesmo imagens com reconhecimento de texto (OCR 2). Isso sem falar nos filtros e parâmetros avançados disponíveis.

Outro ponto que pesa bastante a favor do Google Drive é o seu ecossistema bastante popular, uma vez que ele é a casa não apenas do Gmail, como também de apps como o Google Docs e o Google Forms — que são praticamente o “padrão” atual para documentos e formulários na web.
O Google Drive também tem os chamados espaços, que são fortemente integrados a apps do Google Workspace e a produtos de terceiros para que equipes possam trabalhar, tomar decisões, publicar avisos e discutir ideias.
OneDrive
Falando do serviço de armazenamento em nuvem da Microsoft, um dos seus grandes diferenciais (embora não seja único do serviço) se dá pelo mecanismo de sincronização, que é reconhecidamente superior aos de concorrentes (pelo menos em relação ao Google Drive e ao iCloud).
Isso porque o app usa a tecnologia block-level sync (ou sincronização diferencial), que basicamente sincroniza apenas as partes do arquivo que foram modificadas (e não o arquivo por completo) — o que certamente é mais rápido e consome menos largura de banda.

Outro destaque que eu particularmente curto bastante no OneDrive é o recurso Cofre Pessoal — como se fosse uma pasta bloqueada que requer um login extra (ou biometria) para ser acessada. É bem útil caso você divida um computador com terceiros e tenha o OneDrive instalado — embora ele não funcione no macOS.
Dropbox
Assim como os demais aplicativos supracitados, o Dropbox conta com alguns diferenciais que podem pesar na hora de uma aquisição.
Além de também contar com a sincronização em blocos já mencionada no OneDrive, o software apresenta a chamada smart sync (sincronização inteligente), a qual permite exibir pastas e arquivos no explorador de arquivos, mas ocupando zero espaço local até você abrir. É parecido com algo existente no serviço da Microsoft, só que mais refinado.

Além disso, em termos de compartilhamento (falaremos mais um pouco adiante), o Dropbox oferece recursos avançados como proteção por senha e datas de expiração para links, dando ao usuário um maior controle absoluto sobre o conteúdo armazenado.
Outro destaque que já comentamos indiretamente é o fato de o Dropbox ser um app neutro, sem estar atrelado a um ecossistema específico (como os demais estão), o que acaba fazendo com que seu funcionamento seja mais completo e consistente em todas as plataformas.
Recursos de inteligência artificial
iCloud
Quem acompanha o MacMagazine certamente já sabe o quanto a Apple está bastante atrasada em relação a outros players do mercado quando o assunto são recursos de inteligência artificial (IA) — e, quando falamos no iCloud, podemos dizer que esse atraso é ainda mais evidente.
Desde a introdução da Apple Intelligence, em 2024, a empresa não lançou nenhum recurso de IA destinado diretamente ao seu serviço de armazenamento — embora alguns aplicativos que estejam integrados ou sincronizados com ele contem com ferramentas do gênero.
Essa limitação do iCloud (pelo menos por ora) se dá não somente pelo aparente descaso da empresa com IA, como também pela sua abordagem que prioriza as operações no dispositivo por questões de segurança — o que, como bem sabemos, acaba sendo uma faca de dois gumes.
Google Drive
Quando pulamos para o software do Google, a coisa muda muito de figura. Isso porque o Gemini está profundamente integrado ao Google Drive — e não somente nos aplicativos relacionados (embora a IA também esteja lá e em escala bem maior que a Apple Intelligence nos apps da Maçã).
O uso principal de IA no Google Drive está na barra lateral do Gemini, que funciona como uma espécie de “cérebro” para o serviço na web e permite obter informações ou realizar ações relacionadas aos arquivos armazenados sem a necessidade de abri-los de fato.

A partir dessa barra lateral, você pode perguntar ao Gemini sobre informações de texto presente em PDFs ou documentos, pedi-lo para resumir documentos longos ou o conteúdo de pastas inteiras, bem como localizar determinado arquivo ou dado usando um prompt temático.
Caso você seja assinante do Google Workspace, essa integração é ainda mais completa, uma vez que o Gemini é capaz de fazer uma espécie de cruzamento de dados entre os diferentes apps da empresa e dar uma resposta unificada sobre determinado tópico.
OneDrive
No caso do serviço da Microsoft, podemos dizer que há uma disputa interessante com o Google — aqui protagonizada pelo Copilot, a IA da empresa que, assim como o Gemini, é capaz de fazer uma varredura bem detalhada nos arquivos para apresentar informações sobre eles.
Com o Copilot ativado, é possível fazer perguntas em linguagem natural sobre vários arquivos sem abrir um por um, além de resumir documentos, gerar uma visão geral a respeito de projetos ou até mesmo criar uma seção de perguntas frequentes automática a partir de um arquivo.
Além disso, o Copilot permite comparar até cinco arquivos para ver rapidamente diferenças e similaridades, bem como é capaz de fazer busca “semântica” e usar comandos em linguagem natural para encontrar arquivos usando contexto, metadados e conteúdo.
Dropbox
Embora possua menos recursos de IA que os dois últimos serviços supracitados, podemos dizer que o Dropbox também está à frente da Apple nessa seara — mesmo não sendo herdeiro de uma Big Tech, como os outros três softwares do nosso comparativo.
Um grande diferencial dele em relação ao Google Drive e ao OneDrive, no entanto, é o Dropbox Dash — como se fosse uma busca universal com inteligência artificial que percorre não apenas os arquivos armazenados no Dropbox, mas também softwares como Google Workspace, Outlook, Slack, etc.
Além de usar busca semântica e IA generativa para “juntar” informações e dar respostas mais inteligentes, o Dash também conta com recursos como a Start Page (uma página com atalho para busca, arquivos recentes e rotinas) e as Stacks (coleções inteligentes de links/arquivos).
O Dropbox também conta com uma ferramenta de IA focada em vídeo para facilitar edição, corte e limpeza de gravações, bem como os tradicionais recursos de resumo de documentos (algo ainda em beta) para permitir que os usuários obtenham com facilidade informações sobre eles.
Ecossistema e aplicativos
iCloud
Como em quase tudo em termos de software no que se refere a produtos da Apple, o iCloud está presente primariamente nos dispositivos e sistemas operacionais da empresa — embora com algumas exceções.
A mais notável dela é o Windows, sistema em que o iCloud está presente tanto como um aplicativo integrado ao Explorador de Arquivos — com suporte a coisas como arquivos e a Fototeca do iCloud (inclusive integradas ao app Fotos do SO) — quanto como uma extensão das Senhas do iCloud para navegadores baseados no Chromium.

Esse é um cenário (quase) ideal caso você faça o combo comum entre iPhone e computador com Windows, mas o mesmo não ocorre caso você use um Mac em conjunto com um smartphone com Android — sistema no qual o serviço de armazenamento da Apple não é suportado.
Também é possível usar o iCloud de maneira limitada na web — o que é uma opção caso você seja um usuário do Linux ou apenas não queira instalar o app em sua máquina.

Google Drive
No caso do serviço de armazenamento do Google, o cenário é bem mais amplo e versátil. Além de obviamente estar integrado ao sistema operacional móvel da empresa, o Android, ele também está disponível no iOS, no macOS, no Windows e em navegadores como o Chrome.
O mesmo não podemos falar do Linux, que não conta com uma opção nativa de app desenvolvida pelo Google. No entanto, a empresa destaca que há uma série de APIs 3 as quais permitem a desenvolvedores criarem suas próprias soluções, bem como várias soluções de terceiros já disponíveis.
No caso do iOS em específico, o app sofre com alguns problemas causados pelo próprio modus operandi do sistema operacional da Apple — como limitações no que se refere ao upload de arquivos em segundo plano e à dificuldade de subir muitos deles de uma única vez.
Um dos maiores destaques em relação aos outros softwares, no entanto, é sua versão para a web — que é bastante fluida e fácil de usar, e conta com diversas opções de pré-visualização dos arquivos armazenados diretamente do navegador.
OneDrive
De maneira semelhante, o serviço da Microsoft está presente tanto no Windows, que é o SO da empresa, quanto no macOS e em smartphones (iOS e Android).
Mas há algumas limitações nessa história. Caso você tenha o app instalado no macOS, por exemplo, não é possível usar alguns recursos (como o Cofre Pessoal, sobre o qual falamos anteriormente).
No iOS e no Android, por sua vez, não há a “montagem” real de uma pasta do OneDrive como nos sistemas para desktop — embora seja possível adicioná-lo como uma opção de terceiros no app Arquivos.

Sua versão na web, pelo menos por aqui, não é tão otimizada quanto a do Google, apresentando muitos bugs e até mesmo certa dificuldade para fazer download dos arquivos.
Dropbox
Como não conta com nenhum sistema operacional o “apoiando”, o Dropbox é um pouco mais “democrático” que os demais.
Além de funcionar nos sistemas operacionais mais tradicionais (como iOS, Android, macOS e Windows), ele também conta com um app para Linux, sendo talvez a opção mainstream mais favorável para usuários de alguma distribuição do sistema operacional de código aberto.
Sua versão web, a exemplo da do Google Drive, é bem completa e fluida (inclusive com funcionalidades básicas de edição de foto e vídeo) — uma grata surpresa para mim, que nunca tinha usado a plataforma antes para além de baixar um ou outro arquivo que alguém tinha compartilhado.

Colaboração e compartilhamento
iCloud
Caso você seja usuário do iCloud, é possível colaborar com outras pessoas ou até mesmo compartilhar sua cota de armazenamento com outros membros da família.
Começando por esse último tópico, a Apple conta com o chamado Compartilhamento Familiar (Family Sharing), pelo qual usuários podem adicionar até cinco membros para que todos possam dividir não apenas armazenamento do iCloud, como também aplicativos comprados e outras assinaturas.
Mas o ecossistema da Apple também permite uma estreita colaboração em aplicativos que estejam integrados ao iCloud (como Pages, Numbers, Keynote, Notas e Freeform), permitindo que usuários trabalhem juntos em determinado projeto em tempo real e com forte sincronização.

No caso da Apple, como era de se esperar, essas novidades ficam um pouco restritas a quem tem um dispositivo da empresa — ou no máximo a versões limitadas na web, a depender do software (o Freeform, por exemplo, não pode ser usado em outros sistemas).
Para compartilhar arquivos do iCloud com terceiros, é possível tanto enviar o convite diretamente por email ou mensagem quanto gerar um link de compartilhamento público — e eles são acessíveis por qualquer pessoa, mesmo por aquelas sem uma conta da Maçã.
Google Drive
O Google Drive também tem recursos poderosos de compartilhamento, aproveitando-se da grande popularidade do ecossistema do Google para tal — afinal, quem não tem uma conta no YouTube ou do Gmail?
Para compartilhar um arquivo do Drive, você pode fazê-lo de maneira privada (adicionando um email específico que dá ao usuário acesso a um arquivo ou pasta desejada) ou criando um link público para que qualquer usuário possa visualizar, comentar ou modificar determinado arquivo (a depender do nível de acesso estabelecido).

Além disso, como no caso supracitado do iCloud, vários usuários podem editar e colaborar simultaneamente em documentos, apresentações e planilhas do Google, com indicadores diferentes de digitação e um histórico bastante detalhado de edições.

O software também conta com os drives compartilhados do Google Workspace, nos quais os arquivos em uma unidade pertencem a um time em específico e não a um usuário individual.
OneDrive
Seguindo o exemplo dos demais, o OneDrive também permite controlar o acesso a arquivos por meio de um link (que pode ser público, interno ou restrito), bem como compartilhá-los com contas específicas por meio de um convite via email.
O software também tem controles de acesso para permissões de visualização, edição ou comentários em arquivos, opções de definição de data de expiração, bloqueio de download e definição de senha e, assim como o Google Drive, mantém um histórico bem detalhado com as versões anteriores dos arquivos.

A integração com o ecossistema Microsoft 365 também é bem poderosa, permitindo que diferentes usuários colaborem em documentos diretamente do navegador ou pelos seus respectivos aplicativos — inclusive em suas versões para desktop, uma vantagem em relação ao Google, que só possui apps baseados na web.
Dropbox
No caso do Dropbox, a vantagem mais uma vez acaba sendo a sua forte integração com softwares de terceiros — embora ele também não abdique dos recursos já supracitados presentes nos outros ecossistemas.

A exemplo dos demais, o aplicativo também conta com recursos como arquivos e pastas que podem ser facilmente compartilhadas por meio de link de convite ou email, bem como com opções fortes de controle de acesso.
Planos de armazenamento e preços
iCloud
Como supracitado, o serviço de armazenamento na nuvem da Apple oferece parcos 5GB de armazenamento gratuito por padrão, então caso você precise de mais (o que, acredito eu, é o caso da grande maioria dos usuários), é necessário assinar o iCloud+.
O serviço com armazenamento extra e recursos adicionais pode ser adquirido de duas formas diferentes: de maneira independente ou como parte da assinatura do Apple One, o bundle de serviços da Apple.
Começando pela assinatura individual, ela está disponível em cinco opções de armazenamento diferentes:
- 50GB: R$6/mês
- 200GB: R$20/mês
- 2TB: R$67/mês
- 6TB: R$200/mês
- 12TB: R$400/mês
Todos os planos permitem dividir o armazenamento com até cinco familiares, com a única diferença sendo a quantidade de câmeras passíveis de monitoramento com o Vídeo Seguro do HomeKit:
- 50GB: uma câmera
- 200GB: cinco câmeras
- 2TB, 6TB e 12TB: número ilimitado de câmeras
Com o Apple One, o iCloud+ está disponível em seus três diferentes planos, com opções diferentes de armazenamento do iCloud+:
- Individual (50GB): R$43/mês
- Familiar (200GB): R$60/mês
- Premium (2TB): R$100/mês
Além do iCloud+, todos os planos oferecem também o Apple Music, o Apple TV e o Apple Arcade, enquanto o Premium também conta com a assinatura do Apple Fitness+ inclusa.
Google Drive
Um bom destaque para o Google nessa parte é que há uma flexibilidade maior de planos, principalmente no que se refere àqueles com menos armazenamento, bem como opções anuais que permitem economizar uma graninha.
Começando pelos planos mais básicos do Google One (como a empresa nomeia seus planos de armazenamento extras), temos as seguintes opções:
- Armazenamento padrão grátis (15GB)
- Lite (30GB): R$4,50/mês ou R$45/ano
- Básico (100GB): R$10/mês ou R$100/ano
Mas você também pode desfrutar de mais armazenamento adquirindo um dos planos de IA do Google, cujo maior destaque é também a presença de funcionalidades pagas do Gemini.
Atualmente, estão disponíveis os seguintes planos:
- Google AI Plus (200GB): R$25/mês (R$12,50/mês por 6 meses)
- Google AI Pro (2TB): R$97/mês (primeiro mês gratuito)
- Google AI Ultra (30TB): R$1.210/mês (R$610/mês por 3 meses)
A depender desses planos de IA, você adquire mais tempo de geração de vídeos com IA, ferramentas de pesquisa avançadas e integração mais profunda do Gemini com aplicativos do Google.
OneDrive
No lado da gigante de Redmond, os pacotes de armazenamento adicionais se chama Microsoft 365 e conta com quatro diferentes planos voltados a usuários domésticos:
- Microsoft 365 (5GB): gratuito
- Microsoft 365 Basic (100GB): R$12/mês ou R$120/ano
- Microsoft 365 Personal (1TB): R$51/mês ou R$509/ano
- Microsoft 365 Family (6TB, até 1TB para cada membro): R$60/mês ou R$599/ano
Enquanto o plano Basic oferece armazenamento e recursos extra para os apps OneDrive e Outlook, os dois mais avançados oferecem também recursos adicionais para os seguintes softwares: Copilot, Word, Excel, PowerPoint, Defender, Teams, Designer e Clipchamp.
Dropbox
Também oferecendo opções de faturamento mensal ou anual, o Dropbox conta com quatro planos diferentes — isso, para além do plano Basic, que oferece 2GB de armazenamento grátis.
Os primeiros dois planos são voltados para usuários convencionais, sejam eles profissionais ou não:
- Plus (2TB): US$12/mês ou US$120/ano
- Professional: US$20/mês ou US$200/ano
Já os dois últimos são mais ao estilo sob demanda, voltados para equipes e empresas:
- Standard (5TB para 3 pessoas ou mais): US$15/mês por usuário
- Advanced (começa com 15TB, para 3 pessoas ou mais): US$24/mês por usuário
São múltiplos fatores a serem considerados e diferenças importantes a depender dos dispositivos que você utiliza.
Qual serviço cada um utiliza? Conte-nos abaixo!
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