Às vésperas de seu anúncio oficial, o rumorado smart hub da Apple teve vários de seus detalhes vazados pelo jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, que deu com a língua nos dentes sobre o seu nome: “HomeView”.
Esse nome, como comentamos na semana passada, chegou a ser registrado no ano passado por uma subsidiária estadunidense da Apple logo após outra empresa de fachada da Big Tech registrar a marca “homeOS” — cotada para ser o nome do sistema operacional desse dispositivo — nos Estados Unidos.
Na edição mais recente da sua newsletter “Power On”, Gurman explicou que a Maçã escolheu “HomeView” (e não “HomePad”, como muitos especulavam) pois ela deseja que seus usuários interajam com esse dispositivo principalmente com a voz, embora sua tela também seja sensível ao toque. Em suma, o entendimento é o de que “HomePad” poderia fazer as pessoas pensarem que esse smart hub está mais próximo de um iPad do que de um HomePod, o que não seria o caso.
E é muito provavelmente por conta dessa proposta mais especializada que o smart hub não virá com uma App Store, ainda de acordo com o jornalista, contando apenas com um número limitado de aplicativos projetados pela própria Maçã. Como esperado, a ideia é que a experiência de uso gire em torno da Siri e de acessórios conectados.
Especificações
Além de tratar sobre o posicionamento do “HomeView”, Gurman também falou sobre algumas das características desse dispositivo, que contará com duas versões: uma feita para ficar apoiada em superfícies como mesas e outra voltada para a instalação em paredes.
Segundo ele, o smart hub será empurrado pelo chip A18 — o mesmo dos iPhones 16 e do MacBook Neo. Além disso, o modelo de mesa deverá vir nas cores cinza, prata, estelar e rosa, enquanto o modelo de parede estará disponível apenas nas cores cinza-espacial e prata.
Por fim, Gurman disse que o “HomeView” só começará a ser enviado para os primeiros consumidores por volta da metade de novembro.