“iPhone Ultra” teria impressionado em testes realizados por funcionários da Apple

“iPhone Ultra” teria impressionado em testes realizados por funcionários da Apple

Na edição mais recente da sua newsletter “Power On”, o jornalista Mark Gurman (da Bloomberg) compartilhou algumas das impressões de quem teve a oportunidade de testar o e, para ele, a estreia da Apple no segmento dos celulares com tela dobrável marcará o retorno à fase “mágica” da Maçã.

O “Ultra” foi elogiado por sua portabilidade e, especialmente, pela sensação de durabilidade em relação ao seu mecanismo de dobradiça (uma das fragilidades do segmento até pouco tempo atrás).

O frescor e a sensação de ineditismo, na avaliação de Gurman, são comparáveis ao lançamento dos primeiros iPhone e MacBook Air, bem como às duas primeiras gerações do iPad, dos iPhones 4 e 5, e do primeiro Apple Watch.

Power On: a Apple está prestes a trazer de volta parte da magia dos seus produtos com seu primeiro iPhone dobrável – Por que estou animado, o que as pessoas que usaram acharam o que significa para a Apple na China e como ele se compara.

O jornalista avaliou que o fato de o ter sido lançado com um formato semelhante ao suposto aparelho da Apple é uma prova do sucesso do projeto da Maçã, que já moldou o mercado antes mesmo do seu lançamento.

Seguindo essa mesma lógica, não é difícil de imaginar que, com a chegada da Apple a esse mercado, as demais fabricantes (como o , a ou a ) também se beneficiem do frenesi gerado pelo novo iPhone.

Quem já teve a oportunidade de testar o “iPhone Ultra” destacou o aparelho para os cenários de produtividade e lazer, como a reprodução de vídeos ou a execução de jogos, e também para visualizar registros fotográficos, mesmo sem uma lente teleobjetiva.

Essa ausência na avaliação de Gurman é um dos tantos trade-offs que podem ser difíceis de justificar pela faixa de preço estabelecida para o dobrável — algo acima dos US$2.000, segundo os rumores —, que também sofre com a ausência do . O retorno da biometria digital com o , porém, apoia-se especialmente na indiferença de certos usuários quanto à utilização desse método em outros aparelhos do ecossistema da Apple, como Macs e iPads.

Outro desafio destacado pela reportagem de Gurman é a disputa de espaço no mercado chinês: se, em escala global, os dobráveis representaram míseros 1,6% dos envios de smartphones em 2025, a China abocanhou mais da metade da demanda mundial por essa subcategoria de smartphones, com mais de 10 milhões de unidades vendidas no país.

Por lá, a Apple terá de produzir para o “iPhone Ultra” um status premium e consolidar uma sensação de inventividade em relação ao hardware, disputando esses sentidos com fabricantes nacionais do mercado, como a HUAWEI.