NASA compartilha fotos feitas com o iPhone 17 Pro Max em missão à Lua

Depois de iPhones terem sido flagrados entre a tripulação da Artemis II, a NASA enfim compartilhou os primeiros registros da missão feitos a partir do iPhone 17 Pro Max.

Além do ineditismo de fotos feitas dessa perspectiva com um iPhone, outro detalhe que chamou a atenção foi a utilização da câmera frontal para retratar esse momento histórico.

Confira os registros do comandante Reid Wiseman e da especialista da missão, Christina Koch, a seguir:

A missão, que se trata do primeiro voo tripulado à Lua desde 1972, também marca a primeira vez que a NASA permitiu que astronautas voassem com smartphones, concedendo um iPhone a cada um deles durante a quarentena da equipe — sem conectividade com a internet ou Bluetooth, vale ressaltar —, que começou em março segundo o The New York Times. Espera-se que a missão termine no próximo sábado, dia 11 de abril.

O administrador da NASA, Jared Isaacman, compartilhou em fevereiro a sua empolgação com o marco tecnológico:

Os astronautas da NASA voarão em breve com os smartphones mais recentes, a começar pelo Crew-12 e pela Artemis II. Nós estamos dando a nossa equipe ferramentas para capturar esses momentos especiais para as suas famílias e compartilhar imagens e vídeos inspiradores com o mundo. Tão importante quanto, nós desafiamos padrões de longa data e qualificamos hardwares modernos para o voo espacial sob um cronograma acelerado. Essa urgência operacional será muito útil para a NASA, enquanto buscamos realizar pesquisas e ciência de alto valor em órbita e na superfície lunar. Este é um pequeno passo na direção certa.

Além dos iPhones, a tripulação tinha à sua disposição duas câmeras Nikon D5 (de 2016) e quatro GoPro Hero 11 (lançada em 2022). Tobias Niederwieser, professor assistente de pesquisa na BioServe Space Technologies (instituto de pesquisa da Universidade do Colorado em Boulder, que teve um papel essencial na missão Artemis I), explicou a peculiaridade do processo de aprovação dos celulares da Maçã e, sobretudo, os dilemas enfrentados em um ambiente sem gravidade:

Normalmente, o processo tem quatro etapas. A primeira consiste em apresentar o equipamento a um comitê de segurança. A segunda identifica os riscos potenciais do hardware, que abrange desde as partes móveis até materiais de vidros que podem se estilhaçar. A terceira define um plano para lidar com esses riscos. A quarta comprova que esse plano funciona.

[…]

Você pode imaginar que com um material estilhaçável, por exemplo, ele simplesmente fica flutuando no ar, ele não cai no chão. Você está protegido porque você está usando sapatos. Tudo flutua no espaço. Para prender qualquer coisa em algum lugar, normalmente se usa velcro. Isso inclui até canetas individuais e suas tampas.

A Apple, embora negue um envolvimento com o processo de aprovação da NASA para os iPhones na missão, alegou que foi a primeira vez que um iPhone se tornou qualificado para um uso estendido em órbita e para além dela.

iPhone 17 Pro Max

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iPhone 17 Pro

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via MacRumors