O AirTag, rastreador da Apple cuja segunda geração foi lançada recentemente, terá muito em breve mais um concorrente: o Xiaomi Tag, que deu as caras em uma página francesa da marca — mas que ainda não foi lançado oficialmente. As informações são do WinFuture.
Em vez de competir diretamente com a Apple em recursos, parece que a Xiaomi está visando o valor: o anúncio na loja online francesa mostra um preço de 18€ (cerca de R$110) para um rastreador individual e 60€ (~R$370) para um pacote com quatro unidades. Comparativamente, a Apple cobra 35€ e 120€ para um e quatro acessórios, respectivamente; no Brasil, um AirTag sai por R$370 e quatro, por R$1.250.


Com relação às especificações, o Xiaomi Tag tem 7,2mm de espessura e funciona com uma bateria de lítio CR2032 substituível — cuja autonomia estimada é de cerca de um ano. Também é mencionado suporte ao Bluetooth 5.4 e NFC 1.
Já em termos de compatibilidade, ele funcionará tanto com a rede Buscar (Find My), da Apple, quanto com o Find Hub, do Google. Ademais, o rastreador deverá ser disponibilizado apenas na cor branca.
O que ainda não se sabe é se ele terá um chip de banda ultralarga (UWB), já que o modelo “vazado” parece contar apenas com a tecnologia Bluetooth. Em contraste, o AirTag de segunda geração possui um chip UWB de segunda geração para melhorar o alcance do recurso Busca Precisa (Precision Finding).
Como dissemos, a Xiaomi ainda não anunciou o Tag — mas, com a página oficial já no ar e o produto aparecendo em varejistas selecionados, parece que não levará muito mais tempo para a empresa lançá-lo de vez.
AirTag (pacote com 4 unidades)
Modelo: 1ª geração
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