Caiu como uma bomba no mercado audiovisual, na semana passada, a notícia de que a Netflix foi a grande vencedora de um leilão pela aquisição da Warner Bros. Discovery — muito em parte por causa das possíveis consequências que esse negócio poderá acarretar —, que ficou ainda mais interessante hoje com uma nova proposta “hostil” de aquisição por parte da Paramount, no valor de US$108,4 bilhões.
Uma das dúvidas que se tinha, inclusive, dizia respeito ao segmento de produção e licenciamento para terceiros da Warner Bros. — responsável por séries de sucesso do Apple TV, como “Ted Lasso” e “Falando a Real” (“Shrinking”), além de algumas produções para a própria Netflix.
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Como a Netflix raramente produz para streamings ou plataformas concorrentes, havia dúvida se esse tipo de negócio continuará. De acordo com o Deadline, que teve acesso a uma fala de Ted Sarandos, co-CEO 1 da empresa, esse modelo continuará mais vivo do que nunca.
A ideia é que a Warner Bros. continue fazendo esse “trabalho fenomenal” após a transação — o que significa que, na prática, a Netflix (como possível nova proprietária do estúdio) passará a produzir séries para terceiros (embora esse não deva ser seu foco principal).
Isso significa que plataformas como o Apple TV e outros serviços de streaming continuarão contando com os trabalhos da companhia para terceirizar algumas de suas produções, muitas das quais não seriam possíveis sem parcerias desse porte e gênero.
Mas, claro, vale sempre interpretar essas promessas com um certo ceticismo, visto que elas podem muito bem estar sendo feitas apenas para agradar representantes de órgãos reguladores que ainda terão que aprovar a aquisição. Nada impede que, meses ou alguns anos depois, todo esse cenário mude completamente.
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