10 revelações pesadas trazidas no documentário Michael Jackson O Veredito, da Netflix

10 revelações pesadas trazidas no documentário Michael Jackson O Veredito, da Netflix

O momento é todo de Michael Jackson. Com o recente filme biográfico do Rei do Pop nas telonas e repercutindo em todo o mundo, a Netflix resolveu jogar mais lenha na fogueira com Michael Jackson: O Veredito, docussérie de três episódios que mergulha fundo no julgamento criminal de 2005, quando o cantor foi acusado de abusar sexualmente de Gavin Arvizo, um adolescente de 13 anos. 

No fim, Jackson foi absolvido em todas as acusações por falta de provas, mas o que o documentário revela sobre os bastidores desse processo é de tirar o fôlego.

A produção traz à tona depoimentos de advogados, jornalistas, funcionários e pessoas próximas ao cantor, além de imagens inéditas das autoridades.

 Se você quer saber quando o filme Michael chega ao streaming para maratonar os dois projetos em sequência, já temos essa resposta por aqui. 

Mas antes, confira as 10 revelações mais pesadas que Michael Jackson: O Veredito jogou na mesa!

Maiores revelações de Michael Jakson: O Veredito, da Netflix

10. Michael Jackson dava apelidos obscenos a garotos

Vincent Amen, que passou a trabalhar para Jackson em 2002 cuidando da família Arvizo no rancho Neverland, revelou no documentário que o cantor tinha o hábito de criar apelidos de cunho sexual para os meninos que frequentavam sua casa

Uma das provas que Amen apresentou foi uma foto em que Star Arvizo, irmão de Gavin, assinou com o codinome "Blowhole", afirmando ter sido batizado assim pelo próprio Michael.

9. Jackson e um confidente teriam pedido pornografia infantil

Ainda com Amen no centro da cena, o documentário revela que, após a prisão de Jackson, o assistente Frank Cascio, também conhecido como Frank Tyson, teria entregado a ele uma sacola da Nike. 

Desconfiado, Amen filmou a abertura do conteúdo e encontrou uma revista com círculos em torno de seções de pedidos de vídeos de crianças nuas. Quando confrontado, Tyson teria admitido que ele e Jackson assistiam a esse material juntos, descrevendo como "uma fase pela qual passaram".

8. Durante a batida na Neverland, Jackson estava em festas com adolescentes em Las Vegas

Enquanto o FBI vasculhava o rancho Neverland, Michael Jackson havia sumido. A jornalista investigativa Diane Dimond revelou no documentário que ele estava escondido em uma villa em Las Vegas, onde promoveu festas por vários dias, com garrafas de licor espalhadas por todo lado e queimaduras de cigarro nos sofás, na companhia de adolescentes que falavam alemão.

Michael Jackson in Netflix's "Michael Jackson: The Verdict"
Imagem:  Netflix.

7. O consumo de substâncias após a prisão era "astronômico"

O advogado de defesa Mark Geragos descreveu com detalhes o estado de Michael Jackson nos dias que se seguiram ao flagrante: o cantor estava em colapso emocional e físico, a ponto de ser encontrado em posição fetal no chão. O consumo de substâncias era tão intenso que a equipe chegou a temer que ele não sobrevivesse para enfrentar o julgamento, tanto mental quanto fisicamente.

6. O documentário mostra o estado de espírito dividido dos jurados

O segundo episódio dá voz à Jurada nº 8, Melissa Herard, que admitiu ter ficado abalada com o depoimento de Gavin, mas que acabou sendo convencida pelos argumentos da defesa. Curiosamente, alguns jurados foram flagrados balançando a cabeça e dançando nas cadeiras enquanto a música de Jackson era tocada no tribunal durante a exibição do documentário que originou a acusação.

5. Jackson ficou "apavorado" com a ameaça do juiz

Na véspera do depoimento de Gavin, Jackson foi hospitalizado após uma queda no banheiro e recebeu uma dose de analgésicos descrita como suficiente para "tranquilizar um elefante". No dia seguinte, ele se atrasou para o julgamento e o juiz ameaçou revogar sua fiança e emitir um mandado de prisão. 

A equipe correu a 145 km/h pela rodovia para chegar a tempo, e o advogado Brian Oxman relatou que Jackson estava desesperado, sentindo que sua vida desmoronava diante dos olhos.

4. Ameaças de morte e explosões de raiva dentro do carro

O chefe de segurança Kerry Anderson revelou que avaliações de risco identificaram ameaças reais contra a vida do cantor durante o período do julgamento, mas Jackson insistia em manter as janelas do carro abertas para cumprimentar os fãs. 

Nas viagens de volta a Neverland, Anderson testemunhou Jackson furioso, chamando o documentarista Martin Bashir de "demônio" e soqueando repetidamente o banco do carro após o depoimento de Gavin.

Michael Jackson in Netflix's "Michael Jackson: The Verdict."
Imagem: Netflix.

3. Jackson pediu para o advogado vasculhar o passado dos acusadores

O terceiro episódio revela que, antes de Janet Arvizo subir ao banco das testemunhas, Jackson teria pedido ao advogado Brian Oxman que encontrasse "todo esqueleto no armário" e "sujeira nos sapatos" da família. O comportamento errático de Janet no tribunal acabou prejudicando a acusação, e ela ganhou o apelido de "Janet de Outro Planeta" pelos próprios jurados.

2. Macaulay Culkin acreditava que Jackson estava "em apuros sérios"

Um ex-cozinheiro de Neverland alegou ter visto Jackson tocar o ator Macaulay Culkin de forma inapropriada em 1991, mas Culkin negou qualquer abuso e foi voluntariamente testemunhar em defesa do cantor. 

O advogado Oxman revelou que, ao ligar para Culkin, o ator disse estar vendo o que acontecia no tribunal e concluiu: "Michael está em apuros sérios. Estarei lá por ele." No tribunal, os dois trocaram um olhar e Jackson sorriu para o colega famoso.

1. A absolvição foi considerada "devastadora para a vida" de Jackson

Apesar de ter sido declarado inocente em todas as 14 acusações em 13 de junho de 2005, Michael Jackson não demonstrou alívio ao ouvir o veredito, olhando para o advogado como se não entendesse o que havia acontecido. 

O biógrafo J. Randy Taraborrelli conta que o empresário Frank DiLeo o advertiu: "Isso arruinou a vida de Michael. Ele jamais vai se recuperar." 

O cantor sabia que, para muitos, a absolvição jurídica nunca seria suficiente para apagar a suspeita pública, algo que o final do filme Michael explora de forma tocante. Jackson morreu quatro anos depois, em 25 de junho de 2009, aos 50 anos.

Vale lembrar que Michael Jackson: O Veredito não é o único conteúdo disponível para quem quer entender melhor a trajetória do Rei do Pop neste momento: se você quiser contexto antes de ver o documentário, temos uma lista com 7 filmes biográficos musicais para assistir antes do filme Michael e também um guia completo sobre as principais diferenças entre o filme Michael e a vida real do cantor

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