Imagine precisar de uma sala inteira para acomodar um computador. Ou depender de uma máquina dedicada para realizar tarefas que hoje cabem em um notebook de pouco mais de 1 kg.
Parece distante da realidade, mas esse foi o cenário de uma época em que a computação ainda dava seus primeiros passos. Ao longo das últimas cinco décadas, computadores ficaram menores, mais rápidos, mais acessíveis e passaram a ocupar um espaço cada vez maior na vida cotidiana.
Hoje, um único notebook pode ser usado para estudar, trabalhar, participar de videoconferências, editar fotos e vídeos, jogar, consumir conteúdo e executar aplicações com recursos de inteligência artificial.
Essa transformação não aconteceu de uma hora para outra. Ela acompanha uma história de avanços em processamento, armazenamento, conectividade e mobilidade e a Acer faz parte dela.
Como os computadores mudaram nas últimas cinco décadas
A evolução da computação pode ser observada em diferentes momentos. A cada década, novas tecnologias ajudaram a transformar não apenas o tamanho das máquinas, mas também a maneira como as pessoas interagem com elas.
Década de 1970: computadores ainda distantes do cotidiano

Nos anos 1970, os computadores ainda estavam muito associados a empresas, universidades, centros de pesquisa e órgãos governamentais. Eram máquinas grandes, caras e com capacidade bastante limitada quando comparadas aos equipamentos atuais.
Foi justamente em 1976 que nasceu a empresa que mais tarde se tornaria a Acer. A então Multitech começou sua trajetória em Taiwan trabalhando com comércio, design e consultoria relacionados à tecnologia de microprocessadores.
Década de 1980: o computador começa a chegar às casas

Com a evolução dos microprocessadores e a popularização dos computadores pessoais, a computação começou a sair dos ambientes especializados. Teclado, monitor e gabinete passaram a fazer parte de escritórios e residências, enquanto novos softwares ampliavam as possibilidades de uso.
A própria trajetória da Acer acompanhou esse movimento. Em 1982, a empresa lançou o MicroProfessor-II, descrito pela companhia como o primeiro computador doméstico de 8 bits de Taiwan. Em 1986, também chegou ao mercado com PCs de 32 bits antes da IBM.
Década de 1990: a computação fica mais pessoal e multimídia
Na década seguinte, computadores domésticos ganharam espaço e começaram a incorporar recursos que aproximavam tecnologia e entretenimento. Multimídia, CD-ROMs, áudio e novas interfaces ampliaram o perfil de quem utilizava computadores. Ao mesmo tempo, a computação móvel começou a ganhar força.
Para a Acer, 1990 foi um ano especialmente importante: foi quando a empresa lançou seu primeiro notebook. A ideia de levar o computador para outros ambientes começava a deixar de ser uma possibilidade distante.
Década de 2000: o notebook ganha espaço
Com componentes cada vez menores e baterias mais eficientes, os notebooks se tornaram mais acessíveis e passaram a fazer parte da rotina de estudantes, profissionais e usuários domésticos.
O computador já não precisava ficar permanentemente sobre uma mesa. Era possível levá-lo para o trabalho, para a faculdade, em viagens e para diferentes ambientes da casa.
Essa mudança ajudou a estabelecer uma característica que continua sendo importante até hoje: a tecnologia precisa acompanhar a mobilidade das pessoas.
Década de 2010: mobilidade e conectividade

Na década de 2010, estar conectado passou a ser praticamente tão importante quanto ter acesso ao próprio computador.
Wi-Fi, armazenamento em nuvem, smartphones, videoconferências e serviços digitais mudaram a relação com arquivos, aplicativos e comunicação. O notebook passou a fazer parte de um ecossistema maior de dispositivos conectados.
Ao mesmo tempo, o desempenho dos computadores continuou avançando. Atividades que antes exigiam equipamentos especializados começaram a ser realizadas em máquinas menores e mais versáteis.
Década de 2020: inteligência artificial e ecossistemas integrados
Agora, a evolução entra em uma nova fase.
Além de desempenho e mobilidade, computadores atuais começam a incorporar recursos de inteligência artificial diretamente ao hardware. A conectividade também se tornou mais avançada, enquanto notebooks, monitores e periféricos passaram a funcionar como partes de uma experiência integrada.
A própria Acer acompanha esse movimento. Em 2024, a empresa anunciou notebooks Copilot+ PC, incluindo o Swift 14 AI, reforçando sua atuação na nova geração de computadores com recursos de inteligência artificial.
O resultado é um cenário bastante diferente daquele de 50 anos atrás: em vez de uma máquina criada para uma tarefa específica, o computador atual precisa se adaptar a diferentes momentos da rotina.
De máquinas enormes a notebooks que cabem na mochila
Uma das formas mais fáceis de perceber essa evolução é olhar para o tamanho e a mobilidade. Computadores que antes ocupavam salas inteiras deram lugar a notebooks que podem pesar pouco mais de 1 kg. Um exemplo é o Acer A14-53MT-790X, que pesa 1,24 kg e tem apenas 15,9 mm de espessura.

Mas a redução de tamanho não significou abrir mão de capacidade.
O modelo conta com processador Intel Core Ultra 7 256V, 16 GB de memória RAM e SSD de 512 GB. O chip também possui uma NPU Intel AI Boost integrada, com capacidade de até 47 trilhões de operações por segundo (TOPS) para processamento de inteligência artificial.
Na prática, isso mostra como a evolução dos computadores mudou a relação entre desempenho e mobilidade. Um equipamento compacto pode concentrar recursos suficientes para acompanhar diferentes atividades ao longo do dia.
A bateria anunciada de até 15 horas, dependendo das condições de uso, e o suporte a Wi-Fi 7 reforçam essa proposta de mobilidade e conectividade.
Assim, o notebook deixa de ser apenas uma versão portátil do computador de mesa e passa a ser uma ferramenta pensada desde o início para acompanhar diferentes ambientes e necessidades.
50 anos de tecnologia acompanhando essa transformação
É justamente nessa história que a Acer completa 50 anos em 2026.
Fundada em 1976 como Multitech, a empresa atravessou diferentes momentos da evolução da computação: passou pelo desenvolvimento e comercialização de tecnologias baseadas em microprocessadores, lançou computadores pessoais, entrou no mercado de notebooks em 1990 e, ao longo das décadas, ampliou sua atuação para diferentes categorias de tecnologia.
Ou seja, a comemoração dos 50 anos não acontece isoladamente. Ela coincide com cinco décadas de mudanças profundas na própria maneira como as pessoas utilizam a tecnologia.
De computadores pessoais aos notebooks, de dispositivos conectados a soluções com inteligência artificial, a trajetória da Acer acompanha uma transformação que continua acontecendo. E, se o computador mudou tanto nas últimas cinco décadas, também mudou a forma como pensamos no espaço ao redor dele.
A experiência vai além do notebook
Hoje, produtividade e entretenimento não dependem apenas do computador. Monitores, teclados, mouses e headsets também fazem parte de uma experiência cada vez mais integrada.
O Acer CB272 P6bipr, por exemplo, pode complementar o notebook com uma tela de 27 polegadas, ampliando o espaço disponível para trabalho, estudo ou entretenimento.

O teclado e mouse Acer OCC300 seguem a mesma lógica ao completar o setup e tornar a interação com o computador mais prática no dia a dia.

Já o headset Acer OHW303 acompanha outro hábito que se tornou comum na vida digital: participar de reuniões, conversar, ouvir conteúdos e consumir entretenimento sem depender dos alto-falantes do computador.

Esses acessórios ajudam a mostrar outra transformação importante: o computador deixou de ser um equipamento isolado e passou a fazer parte de um ecossistema.
Do computador que ocupava uma sala ao setup que cabe no dia a dia
Em 50 anos, a computação passou por uma transformação que vai muito além da redução de tamanho. Processadores ficaram mais eficientes, dispositivos ganharam mobilidade, conexões ficaram mais rápidas e recursos de inteligência artificial começaram a fazer parte da experiência.
Mais importante ainda: o computador deixou de ser uma ferramenta utilizada apenas em momentos específicos e passou a acompanhar praticamente todos os aspectos da rotina digital.
A Acer completa 50 anos justamente nesse contexto. Sua trajetória começou em 1976, quando a computação ainda estava longe de ser tão acessível quanto é hoje, e atravessou diferentes gerações de tecnologia até chegar aos computadores conectados e preparados para inteligência artificial.
A campanha de 50 anos da Acer celebra essa história olhando também para o futuro: para equipamentos pensados para estudar, trabalhar, criar, jogar e acompanhar as novas formas de interação com a tecnologia.
Para quem está pensando em atualizar o computador, montar um novo setup ou simplesmente conhecer o que a tecnologia atual oferece, a Acer Store reúne notebooks, monitores e acessórios para diferentes perfis de uso.
Quer acompanhar os próximos capítulos dessa evolução? Acesse o site da Acer Store e descubra as soluções que fazem parte dos 50 anos da Acer.