Overwatch, Pokémon GO e mais! 10 jogos que completam 10 anos em 2026

Overwatch, Pokémon GO e mais! 10 jogos que completam 10 anos em 2026

Parece que 2016 foi ontem, mas na verdade já se passaram quase 10 anos. Para muitos, a época foi uma das mais recheadas de bons jogos, principalmente se tratando em plataformas variadas, já que também podemos dizer que aquele foi o ano da chegada de títulos que marcaram o mercado de jogos mobile, como Pokémon GO e Clash Royale. 

Já nos consoles e PC, a briga de melhor jogo do ano foi acirrada. Embora Overwatch tenha sido o vencedor do The Game Awards, jogos como Uncharted 4 e Final Fantasy 15 venceram outras premiações, mostrando que foi um ano repleto de grandes lançamentos. Por isso, hoje o Voxel traz uma lista para relembrar 10 jogos que irão completar 10 anos em 2026. Confira! 

Dark Souls 3

Dark Souls 3 encerrou a trilogia da FromSoftware consolidando o gênero soulslike. Ou seja, depois do lançamento do terceiro jogo, uma enxurrada de outros títulos começaram a surgir, e criar aquele que hoje é uma das categorias mais populares entre os gamers, principalmente os que gostam de um bom desafio e combates mais estratégicos, onde sair dando porrada não dá muito certo. 

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No enredo, mais uma vez você assume o controle de uma espécie de morto-vivo, que precisa evoluir o suficiente para deter os Lordes das Cinzas, e assim evitar o colapso do mundo atual. A grande diferença em relação aos capítulos anteriores é em relação ao seu visual, com cenários e personagens muito mais detalhados, e uma jogabilidade mais acessível. Porém, isso não significa que ele é mais fácil. 

 

Clash Royale

Clash Royale revolucionou os jogos mobile competitivos. Ele combina cartas colecionáveis, estratégia em tempo real, e elementos de tower defense em partidas rápidas e acessíveis. O game fez com que milhões de jogadores participassem de duelos online, em partidas que exigem raciocínio rápido, leitura do adversário e montagem cuidadosa de decks.

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Uma década após seu lançamento, Clash Royale ainda é lembrado pelo impacto cultural e comercial no mercado mobile. Muito desse sucesso deve-se também a uma forte campanha de marketing, que incluía propagandas na TV aberta e a presença de astros de Hollywood. Além disso, sua capacidade de se manter relevante por meio de atualizações, eventos sazonais e um cenário competitivo ativo, fez dele um dos jogos mais influentes da década.

Forza Horizon 3

Forza Horizon 3 se consolidou como uma das principais franquias de games, ao ponto de se tornar mais popular até mesmo que sua “franquia mãe”: Forza Motosport. No terceiro capítulo da série, os jogadores foram levados para a Austrália, onde tem à disposição um enorme mapa baseado no famoso país, carregado de paisagens variadas, eventos dinâmicos e uma enorme seleção de veículos licenciados. 

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Até hoje o game é para muitos o melhor da franquia. Principalmente pela forma com que ele ampliou diversos elementos da série, utilizando muito bem as tecnologias da época. A cereja do bolo foi o equilíbrio da jogabilidade arcade com uma pegada de simulação, fazendo com que o jogo tivesse elementos no melhor estilo Need For Speed, mas flertando com o realismo de jogos como Gran Turismo e o próprio Forza Motorsport.

Street Fighter V

Street Fighter V marcou o retorno da clássica franquia de luta da Capcom. O game inovou ao traz um sistema de combate mais acessível, focado em fundamentos e leitura de jogo. Apesar de um lançamento conturbado, o título agradou ao apresentar personagens icônicos, e novos lutadores, principalmente a brasileira Laura Matsuda, uma lutadora de Jiu-Jitsu e Capoeira de São Paulo. 

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Ao longo de dez anos, Street Fighter V passou por uma grande evolução, recebendo ajustes, conteúdos adicionais e melhorias que transformaram sua reputação. Hoje, ele é lembrado como um exemplo de jogo que cresceu com o tempo, e que no fim da sua vida conseguiu cumprir a missão de agradar os antigos fãs, e ao mesmo tempo ampliar a popularidade da franquia. 

Uncharted 4: A Thief’s End

Uncharted 4: A Thief’s End encerrou a jornada de Nathan Drake, com uma aventura cinematográfica que elevou o padrão narrativo dos jogos do gênero. O título trouxe sequências espetaculares dignas de um filme, personagens carismáticos e uma história mais madura, explorando temas como legado, família e escolhas pessoais. 

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Dez anos depois, o jogo continua sendo citado como um dos grandes exemplos de narrativa interativa no PlayStation. Ele ficou marcado por unir de uma forma quase perfeita uma jogabilidade refinada e storytelling de alto nível, consolidando a Naughty Dog como um dos estúdios mais respeitados da indústria. Mas, muito também pelo excelente trabalho que ela fez com sua outra franquia clássica: The Last of Us.

Titanfall 2

Se em 2016 tivesse uma categoria de jogo mais surpreendente do ano, Titanfall 2 seria o grande vencedor. Isso porque seu capítulo anterior foi alvo de uma série de críticas, fazendo com que as expectativas para sua sequência fossem bem baixas. Entretanto, os jogadores foram surpreendidos com um game que traz uma ação frenética, e uma jogabilidade muito mais acessível, tanto no modo campanha, como no multiplayer. 

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O sucesso foi tanto que até hoje os fãs clamam por uma continuação da franquia. Entretanto, a probabilidade disso acontecer é muito remota. O motivo é a recente demissão de funcionário da Respawn Entertainment, produtora do jogo, que fez com que o projeto de um novo Titanfall fosse cancelado. Porém, a compra da EA por um consórcio formado pelo fundo saudita PIF pode ser uma luz no fim do longo túnel.

The Last Guardian

Depois de anos e anos em desenvolvimento, The Last Guardian foi lançado em 2016. O game trouxe uma história delicada sobre a relação entre um garoto e a criatura Trico, em uma jornada marcada por puzzles e animações com uma forte carga emocional. E assim como nos outros jogos do famoso diretor Fumito Ueda, ele apostou em uma narrativa silenciosa, onde gestos e comportamentos substituem diálogos tradicionais, 

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Uma década depois, o título permanece como uma experiência única, lembrada por sua sensibilidade artística e uma abordagem diferente, e mais humana, na interação entre jogador e personagem. Apesar de seus problemas técnicos, o game conquistou um lugar especial na memória dos jogadores, principalmente pela emoção que ele proporciona.

Pokémon GO

Pokémon GO revolucionou os jogos mobile ao integrar realidade aumentada e geolocalização, incentivando jogadores a explorarem o mundo real em busca das famosas criaturas. O game se tornou um fenômeno global, reunindo milhões de pessoas em eventos, parques e espaços públicos, e criando uma espécie de gênero que foi copiado por dezenas de empresas. Entretanto, nenhuma delas chegou perto do sucesso do game da Niantic em parceria com a The Pokémon Company.

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Dez anos após seu lançamento, Pokémon GO é lembrado não apenas como um sucesso comercial, mas como um marco cultural. Ele redefiniu o potencial dos jogos mobile e mostrou como experiências digitais podem impactar diretamente o comportamento social e a forma de jogar. E uma década depois, ainda é possível conferir eventos que reúnem milhares de fãs em praças públicas mundo afora.

Final Fantasy XV

Final Fantasy XV apresentou uma nova abordagem para a tradicional franquia de RPG da Square Enix. Nele os jogadores acompanharam a jornada de Noctis e seus companheiros em um mundo vasto, explorável e repleto de atividades paralelas. E ao contrário das tradicionais batalhas por turnos, o game apostou em combates em tempo real, onde era possível criar estratégias usando diversos personagens. 

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A mecânica imposta na jogabilidade deu tão certo que foi utilizada em jogos posteriores, e até mesmo no remake do seu mais popular capítulo: Final Fantasy 7. Sendo assim, com o passar dos anos, o game passou a ser visto como um título ambicioso e marcante para a franquia, apesar de estar longe de ser o mais querido de todos. 

Overwatch

Overwatch redefiniu os jogos de tiro em equipe ao introduzir heróis com habilidades únicas, junto a uma forte identidade visual e foco na cooperação. O game destacou-se por seu elenco diverso, partidas dinâmicas e um universo rico, apresentado principalmente por meio de curtas animados e eventos sazonais. Não à toa foi eleito o melhor jogo de 2016 pela The Game Awards e outras premiações importantes. 

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Dez anos depois, Overwatch é lembrado como um divisor de águas no gênero competitivo. Seu impacto influenciou inúmeros jogos posteriores, e ao mesmo tempo ajudou a popularizar o conceito de hero shooters, consolidando-se como um dos títulos mais importantes da década passada. 

E na sua opinião, qual foi o jogo mais marcante de 2016? Conte para a gente nas redes sociais do Voxel!