Michael, cinebiografia de Michael Jackson que finalmente chegou aos cinemas, explora uma abordagem mais emocional e musical da vida do artista. Entre os principais focos da trama estão a sua ascensão ao estrelato e a complicada relação com o pai, Joseph Jackson, principalmente quando ele finalmente conquista sua liberdade artística e assume de vez a identidade de cantor solo.
Porém, além de deixar de lado várias questões e pessoas importantes da vida do artista, que se tornou um dos maiores da história, o filme Michael acaba em um momento que não foi o fim da trajetória do artista. Por que, então, o longa acaba naquele ano? Confira as respostas que o Minha Série trouxe para você!
- Michael mostra a transformação do cantor em um astro pop mundial
- O filme destaca a relação abusiva entre Michael e o pai
- O final simboliza a libertação artística e pessoal do artista
- A produção evita abordar as maiores controvérsias da vida do cantor
- Mesmo assim, o roteiro deixa pistas sobre problemas futuros de Michael

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O que acontece no final de Michael?
Logo nos minutos finais do filme, Michael Jackson aparece no auge da fama mundial, se apresentando em turnês lotadas e cada vez mais consolidando a sua imagem como um astro pop global. Isso só foi possível por ter se libertado da pressão e controle do pai, Joseph Jackson, que comandou sua carreira por anos.
Ao longo de Michael, Joseph é mostrado como uma figura extremamente rígida e abusiva, responsável não apenas pelo controle da carreira dos filhos, como da vida pessoal do protagonista. Então, vimos que, desde criança, ele sofria por cobranças constantes, além de agressões verbais.
Logo, o fechamento do filme acontece logo após o clímax de sua libertação familiar e artística.

Mas por que o filme termina naquele momento?
Em vez de acompanhar Michael Jackson até os seus dias finais, a produção prefere focar na trajetória do artista apenas nas partes boas, deixando as fases mais controversas de lado. Logo, foi totalmente intencional evitar os escândalos e acusações que o artista enfrentou a partir de um determinado período de sua vida até o final.
Ainda assim, mesmo encerrando a história em um momento positivo, o roteiro de Michael deixa vários indícios do que ainda estaria por vir. Um dos principais exemplos está a relação do cantor com a própria aparência, inclusive por ouvir muitas críticas vindas do pai.
Durante o filme, acompanhamos Michael realizando a sua primeira cirurgia no nariz e descobrindo o diagnóstico de vitiligo, doença que altera a coloração da pele. O longa-metragem também destaca a dificuldade que Michael tinha para criar conexões com adultos, preferindo a companhia de crianças e animais.
Por fim, o filme funciona mais como uma história do amadurecimento pessoal e profissional de Michael, e não uma biografia completa. O importante, então, está ali: como ele se tornou o maior astro pop do mundo.
Michael está em cartaz nos cinemas de todo o país.
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