Internet não vai mais cair em maquininhas da Cielo; entenda a novidade

A Cielo anunciou uma solução de eSIM inteligente integrada às suas maquininhas de pagamento. Para viabilizar o projeto, a companhia criou uma operadora móvel virtual (MVNO) com acesso às redes das principais teles do país — Vivo, TIM e Claro — que contam com infraestrutura própria. O eSIM permitirá a alternância automática entre as operadoras, priorizando o sinal mais estável disponível e reduzindo o risco de falhas de conexão durante as transações. A iniciativa, inédita no mercado brasileiro de pagamentos, está em fase de testes piloto.

O equipamento realiza a troca remota para a operadora com melhor sinal sempre que identifica instabilidade na rede principal. O foco da novidade é garantir que as transações ocorram sem interrupções, especialmente em regiões onde a qualidade do sinal oscila e gera lentidão no processamento.

Carlos Alves, vice-presidente de tecnologia e negócios da Cielo, destacou em comunicado oficial que o pagamento é uma missão crítica para o varejista. Segundo o executivo, o impacto de uma maquininha parada atinge milhões de empreendedores brasileiros. A solução busca entregar disponibilidade máxima e segurança no momento da conclusão da venda.

-
Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.
-

A adoção do eSIM também traz ganhos operacionais e logísticos para a empresa. O chip virtual diminui a necessidade de enviar técnicos para substituição física de componentes e reduz custos de manutenção. A Cielo aponta ainda benefícios ambientais com a redução do descarte de cartões SIM de plástico e menos deslocamentos de frotas técnicas.

Máquinas da Cielo testam recurso de alternância de eSIM (Imagem: Divulgação/Cielo)

Chips que operam com múltiplas operadoras já são comuns no setor de monitoramento e rastreamento de veículos. A diferença é a integração nativa da tecnologia à arquitetura das maquininhas de pagamento.

Leia mais no Canaltech

Leia a matéria no Canaltech.