
O youtuber Marques Brownlee, o MKBHD, voltou a testar a evolução das câmeras frontais de smartphones de uma forma prática. Desta vez, o alvo foi a linha Samsung Galaxy S: ele reuniu todos os modelos da série, do original até o Galaxy S26, e registrou a mesma selfie com cada um deles nas mesmas condições de luz e cenário.
- Comparativo Galaxy S26 x S25: tudo o que mudou no top da Samsung
- Melhores celulares da linha Galaxy S na história
Não é a primeira vez que o criador faz esse tipo de experimento. Recentemente, ele fez o mesmo com todos os iPhones lançados desde 2007, e o resultado também surpreendeu.
Assista abaixo ao vídeo comparativo da linha Galaxy S:
Onde o Galaxy S evoluiu de verdade
Os modelos mais antigos, como o Galaxy S e o Galaxy S4, apresentaram resultados surpreendentemente bons para a época, mas com limitações claras: alcance dinâmico e exposição inconsistente.
-
Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.
-
Assim, o primeiro grande salto veio com o Galaxy S6, quando a Samsung passou a usar HDR. As fotos melhoraram visualmente, mas com um aspecto artificial que incomoda parte dos usuários.
O segundo marco aparece nas gerações Galaxy S10 e S20. A partir delas, o processamento ficou mais natural, com menos contraste forçado e resultados mais próximos do que o olho humano enxerga.
Samsung Galaxy S20 decepcionou
Sem dúvidas, o ponto fora da curva negativo foi o Galaxy S20. Apesar de ter, no papel, o mesmo sensor frontal do Galaxy S21, com 10 MP, f/2.2, 26 mm, o modelo entregou fotos superexpostas, sem nitidez e com contornos pouco definidos.
É um dos casos mais curiosos do teste: especificações idênticas, resultados completamente diferentes.
S25 e S26: diferença pequena, mas visível
No topo da linha, o Galaxy S25 e o Galaxy S26 também têm sensores frontais quase idênticos no papel. A diferença está no campo de visão: 26 mm no S25 contra 23 mm no S26.
Na prática, o modelo mais novo entrega imagens visivelmente mais brilhantes, com melhor controle de luz e tons de pele mais fiéis.
Ou seja, o experimento mostra como a evolução da fotografia mobile raramente depende apenas do hardware. Como no exemplo do S21 para o S20, processamento de imagem, algoritmos e calibração de software fazem tanta diferença quanto o sensor em si.
Leia a matéria no Canaltech.