A Apple está em preparativos para lançar a Apple Intelligence na China — e ela aparentemente foi testada com cerca de 2.000 perguntas que não devem ser respondidas em pelo menos 95% das tentativas, todas supostamente ligadas a assuntos percebidos como “sensíveis” ao Estado da China.
Ainda que o governo chinês reconheça o potencial econômico da inteligência artificial, ele teme que uma desregulação implique uma ameaça à sua hegemonia, segundo relata o The Wall Street Journal. O 9to5Mac relembra ainda a ampla disputa entre o Partido Comunista Chinês e as Big Techs americanas, o que acarretou em um bloqueio de firewall na China de plataformas como Facebook, X e Wikipédia.
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Como relatamos anteriormente, a expectativa era que esse lançamento ocorresse ainda em 2025, mas a Apple enfrentou alguns dilemas para a inclusão do serviço na terra de Xi Jinping: além da guerra comercial do país asiático com os Estados Unidos, uma das exigências do país para a liberação de qualquer modelo estrangeiro de IA por parte dos órgãos reguladores é a cooperação com alguma empresa nacional.
A Apple optou pelo Alibaba, e a parceria depende apenas de aprovações burocráticas para chegar efetivamente ao mercado chinês. O grupo Alibaba cuidará da filtragem dos assuntos percebidos como sensíveis pelo governo chinês nas respostas fornecidas pela IA, que está prevista para chegar com o iOS 26.4.