Jon Prosser ganha nova chance de responder processo aberto pela Apple

Jon Prosser ganha nova chance de responder processo aberto pela Apple

Vamos a mais um desdobramento do caso judicial envolvendo a Apple e o YouTuber , que foi processado pela empresa no ano passado após vazar, com precisão, detalhes da interface do iOS 26, que não havia sido anunciado à época.

Atendendo a solicitação conjunta de Prosser com a própria Apple, o juiz responsável pelo caso anulou a classificação “default” do processo — atribuída ao leaker em outubro do ano passado, após ele perder os prazos para responder judicialmente às acusações da empresa.

Posts relacionados

Em “default”, Prosser ficava formalmente impedido de contestar as acusações contra ele. Com um novo advogado cuidando do caso, ele fez um acordo com a Apple para solicitar o cancelamento desse status e (finalmente) apresentar sua defesa.

Considerando que, à luz da recente contratação de um advogado pelo Sr. Prosser e de seu acordo em fornecer imediatamente os materiais processuais, a Apple entende que anular o “default” é a forma mais eficiente de fazer o processo avançar sem novos atrasos, e a Apple não se opõe à anulação.

Com a anulação já concedida, o juiz estipulou um novo prazo para que Prosser responda às acusações — algo essencial para que o processo tenha andamento — e, consequentemente, também para que forneça materiais e faça seu depoimento.

O Sr. Prosser terá dez dias a partir da data dessa ordem para apresentar uma resposta formal à ação movida pela Apple. O Sr. Prosser deverá fornecer todos os materiais solicitados nos pedidos anteriormente feitos pela Apple até 9 de junho de 2026 e deverá prestar depoimento até, no máximo, 16 de junho de 2026.

Entenda o caso

A ação foi aberta em julho do ano passado após a Apple acusar Prosser e Michael Ramacciotti (ex-funcionário da empresa) de acessar um iPhone de desenvolvimento interno vinculado ao ex-engenheiro Ethan Lipnik. com uma versão preliminar do iOS 26.

A companhia sustenta que os dois réus obtiveram e divulgaram segredos comerciais, violando acordos de confidencialidade e leis federais de proteção a propriedade intelectual.

Ao contrário de Prosser, Ramacotti colaborou com o processo desde o início. Ele admitiu ter compartilhado informações com o leaker, mas negou um plano ou qualquer acordo para receber dinheiro em troca das informações.

via 9to5Mac