O balanço financeiro de 2024 do CEO 1 da Apple, Tim Cook, ainda o posiciona no ranking dos executivos mais bem pagos com esse cargo nos Estados Unidos, ocupando hoje o sétimo lugar.
A Fortune relembra que, no ano passado, o sucessor de Steve Jobs recebeu cerca de US$74,6 milhões, compostos entre US$58,1 milhões em remuneração baseada nas ações da companhia, US$12 milhões em um plano de incentivo monetário não patrimonial e US$1,5 milhão em demais bonificações.
Se comparado ao ano anterior, em 2023, houve um aumento de 18% no valor recebido, de US$63,2 milhões. Ainda assim, o aumento no seu patrimônio não foi suficiente para desbancar outros CEOs do topo — como Elon Musk (da Tesla), Brian Niccol (do Starbucks) e Satya Nadella (da Microsoft).
Em compensação, os valores de 2023 e 2024 se distinguem dos US$99,4 milhões recebidos por Cook em 2022. A baixa se deu por um apelo do próprio; ele solicitou um corte de 40% na sua compensação de 2023 após a repercussão negativa do seu alto salário entre funcionários e acionistas da Maçã.
Ainda assim, a Apple apresenta um valor de mercado de aproximadamente US$4 trilhões, maior que os de todas as companhias mencionadas acima.
Em valores cotidianos, os dados são alarmantes: seriam necessárias apenas 7 horas para que ele obtenha a média do que um cidadão americano fatura em um ano (US$62.088), segundo a Secretaria de Estatísticas Trabalhistas dos Estados Unidos (Bureau of Labor Statistics).
Para o MacDailyNews, o que explica a alta remuneração de Cook é o desejo da sua permanência no corpo executivo da Apple, pelos bons resultados junto aos acionistas e pela estabilidade que sua presença impõe.