Code Violet, exclusivo de PS5 no estilo Dino Crisis, já é um dos piores jogos de 2026

Code Violet, exclusivo de PS5 no estilo Dino Crisis, já é um dos piores jogos de 2026

2026 mal começou e já tem um forte candidato ao título de pior jogo do ano: Code Violet, exclusivo de PS5 lançado pela TeamKill Media. Inspirado em clássicos como Dino Crisis, o título chegou ao mercado cercado por expectativas, mas rapidamente passou a ser associado a uma recepção negativa, figurando entre os exclusivos de pior avaliação da PS Store até o momento.

O jogo é o primeiro grande exclusivo do PS5 a estrear em 2026 e acabou se tornando um ponto fora da curva em um calendário que inclui produções aguardadas como Marvel’s Wolverine e Phantom Blade Zero. Mesmo com proposta de survival horror e ação em terceira pessoa, Code Violet teve dificuldades para convencer a crítica especializada desde o lançamento.

Ambientado em um futuro distópico, o título coloca o jogador no controle de Violet Sinclair, uma viajante do tempo que desperta em um complexo de bioengenharia tomado por dinossauros e forças hostis. 

A proposta remete diretamente ao legado de Dino Crisis, mas, segundo as primeiras reviews, o resultado final não conseguiu traduzir esse conceito em uma experiência consistente.

Mais detalhes sobre Code Violet

Em Code Violet, a história se passa no século XXV, quando a Terra se tornou inabitável após um cataclismo global, forçando a humanidade a se refugiar no planeta Trappist 1-E. Para evitar a extinção, a colônia Aion passa a usar tecnologia de viagem no tempo para sequestrar mulheres do passado e utilizá-las como parte de um programa de reprodução artificial.

A protagonista Violet Sinclair é uma dessas pessoas arrancadas de sua época e acorda no Complexo de Bioengenharia Aion, local que abriga dinossauros pré-históricos e estruturas futuristas. A narrativa gira em torno de uma conspiração ligada a esse sistema de viagens no tempo e ao verdadeiro propósito do projeto da colônia.

No gameplay, o jogo aposta em terror de sobrevivência em terceira pessoa, com foco em gerenciamento de inventário, resolução de quebra-cabeças e combates contra criaturas pré-históricas. 

A TeamKill Media descreve a experiência como uma mistura de ação intensa e exploração, com recursos limitados que exigem decisões estratégicas do jogador.

O estúdio também destaca o uso de ray tracing, áudio 3D e gatilhos adaptáveis do DualSense, além de ambientes construídos na Unreal Engine com iluminação dinâmica e efeitos de sombra e reflexo para reforçar a atmosfera do complexo e das áreas externas.

Code Violet está sendo massacrado no Metacritic

Apesar da proposta ambiciosa, Code Violet estreou com uma recepção crítica bastante negativa. No Metacritic, o jogo acumula atualmente 38 pontos de média, com base em oito análises da imprensa especializada — o que já o coloca entre os títulos de pior desempenho do PS5 em 2026.

A IGN, que deu nota 40 ao jogo, afirmou que Code Violet é “um jogo ruim”, citando “ficção científica descaradamente clichê”, além de “texturas borradas” e “inúmeros bugs que impedem o progresso”. Segundo o veículo, esses problemas afetam diretamente o ritmo e o equilíbrio da experiência.

Já o Push Square também atribuiu nota 40 e classificou o título como “uma bagunça”, apontando “combate ruim, exploração tediosa e problemas técnicos”. O site ainda destacou que a direção de câmera e os figurinos “parecem destoar da personagem Violet e do tom da narrativa”.

O COGconnected, que deu nota 55, a maior do Metacritic, avaliou que o jogo “fica aquém de suas inspirações” e que, embora tenha alguns bons momentos visuais, “falha em criar inimigos realmente ameaçadores”, além de sofrer com bugs que quebram a imersão.

A recepção negativa não se limita à imprensa. Na PlayStation Store, Code Violet aparece com média de três estrelas, com 46% das avaliações dos usuários sendo de uma ou duas estrelas, indicando que o público também encontrou problemas semelhantes aos citados pelos críticos.

Estúdio rebateu as críticas nas redes sociais

Diante das avaliações baixas, a TeamKill Media se pronunciou nas redes sociais para responder às análises da crítica. Em uma publicação no X (antigo Twitter), o estúdio declarou: “Nós fazemos jogos para nossos fãs e jogadores que realmente gastam o dinheiro que ganharam com tanto esforço em nossos jogos e nos apoiam, não para os críticos”.

Na mesma mensagem, a desenvolvedora afirmou que o jogo estaria sendo bem recebido por seu público: “Os fãs nos tornaram o número um e estão se divertindo com nossa jogabilidade ‘datada’ à moda antiga. Vocês fizeram de Code Violet o nosso maior sucesso até hoje”.

We make games for our fans and players who actually spend their hard earned money on our games and support us, not critics.

Fans made us number one and fans are having fun with our “dated” old school gameplay.

You all have made Code Violet our biggest success to date and still…

— TeamKill Media (@TeamKillMedia) January 9, 2026

A TeamKill também agradeceu o apoio recebido antes do lançamento completo do jogo, dizendo que “não temos palavras para agradecer a todos vocês”, em referência aos jogadores que teriam apoiado o projeto desde o início, mesmo diante das críticas da mídia especializada.

Apesar da resposta do estúdio, os dados de avaliações públicas e da crítica seguem apontando para uma recepção amplamente desfavorável ao exclusivo de PS5.

E você, já jogou Code Violet? Conte para o Voxel nas nossas redes sociais o que achou da experiência e se o jogo realmente entrega (ou não) o survival horror que prometia!