Sam Altman viaja e diz que IA vai 'remodelar' condições da vida humana

Sam Altman viaja e diz que IA vai 'remodelar' condições da vida humana

O CEO da OpenAI, Sam Altman, publicou um artigo de opinião no site Financial Times falando sobre o mercado de inteligência artificial (IA). No texto, ele voltou a falar de forma otimista sobre o futuro da tecnologia.

O executivo responsável pelo ChatGPT apontou algumas conquistas das plataformas e, em alguns momentos, voltou a fazer promessas ousadas sobre a importância que a tecnologia terá no cotidiano.

"A IA remodelará as condições materiais da vida humana em uma escala que nenhuma tecnologia alcançou desde o domínio da eletricidade, e talvez até além disso", disse Altman. Em março, porém, ele reconheceu que a imagem da tecnologia estava queimada com uma parcela da sociedade.

Expectativas sobre AGI

Provavelmente se referindo à superinteligência ou IA geral (AGI), Altman falou que, "em mais um ou dois anos", teremos "sistemas de poder surpreendente, capazes de gerar um valor imenso para o mundo".

Para reforçar a confiança no setor, o CEO também cita que há cada vez "evidências do valor econômico da IA, da importância para a segurança nacional e capacidade de acelerar descobertas científicas".

Cooperação global

Ao citar o momento atual da indústria, o texto menciona ainda que é necessária a criação de uma estrutura global para lidar com o tema. A proposta de Altman é a de um fórum liderado pelos Estados Unidos, mas que apresentaria padrões e convenções internacionais.

O objetivo seria "servir como um mecanismo de governança para os laboratórios e proteger contra as pressões comerciais", além de "evitar a concentração excessiva de poder e garantir que os benefícios da IA ​​sejam democratizados".

Como exemplo, o CEO citou outras entidades regulatórias de mecanismos e tecnologias que possuem algum risco, como é o caso da energia nuclear.

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Neste caso, a própria OpenAI está envolvida em algumas controvérsias que Altman não cita no texto: o oferecimento de uma participação da empresa ao governo dos EUA e a suspensão temporária da disponibilidade de novos modelos de linguagem pela Casa Branca, restringindo eles a parceiros próximos.

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