A Surfshark divulgou ontem um relatório referente à coleta de dados de usuários por aplicativos focados em exercícios (incluindo o app Fitness, da Apple) — e os resultados são um tanto quanto preocupantes.
De acordo com o relatório, mais de 90% dos apps analisados usam dados para além das funcionalidades oferecidas, bem como empregam informações pessoais para propósitos como personalização e marketing.
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O Apple Fitness, por exemplo, coleta nove tipos de dados diferentes dos usuários, com apenas um deles sendo utilizado para alguma funcionalidade — embora nenhum seja empregado para fins de rastreamento.
O popularíssimo Strava lidera na exploração de dados desnecessários para as suas funcionalidades, coletando nada menos que 21 tipos de dados diferentes — nenhum deles necessário para os seus recursos.
O campeão em coleta de dados, por sua vez, é o Fitbit, que extrai nada menos que 24 tipos diferentes de dados dos dispositivos dos usuários — embora 5 deles sejam usados para as funcionalidades do aplicativo.
O destaque em termos positivos, por outro lado, é o PUSH. Embora colete sete tipos de dados diferentes, todos eles são relacionados aos seus recursos e, ao contrário da maioria, não são usados para rastreamento.
Os dados foram analisados a partir de apps populares disponíveis na App Store em 7 de janeiro deste ano, tendo como base os 35 diferentes tipos de dados definidos pela Apple em sua loja de apps.
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